sábado, 4 de agosto de 2012

Caminhada Por Paço de Arcos

Hoje li um comentário numa mensagem que escrevi há já algum tempo, onde mostrava e falava do "Chafariz Velho" em Paço de Arcos, o Comentador diz que largou o carro e foi de bicicleta apreciar os azulejos ao local, ora hoje voltei ao local do «crime» quero dizer fiz a caminhada entre Paço de Arcos e Caxias junto á Marginal, pelo que forçosamente tive que passar junto ao Chafariz.
Mas começando pelo princípio da caminhada que iniciei junto á estação da C.P. de Paço de Arcos, parei junto á estátua da Guarda da passagem de nível que existia no local e que morreu ao tentar salvar uma Senhora, curiosamente teve de ser por subscrição Pública que se conseguiu erguer esta homenagem, ao contrário de muitos que nada fizeram e têm para aí estátuas a dar com um pau, coisas!

Estou a começar bem, o meu mau feitio começa a vir ao de cima, é que o Chafariz está completamente tapado por duas árvores, eu até sou a favor das árvores, mas estas irritam-me quando estão nos passeios impedindo o andamento dos Peões, ou neste caso a tapar uma coisa de grande valor, os largos milhares de Pessoas que passam ali ao lado na Marginal nem se apercebem do que as árvores encobrem, assim, como para grandes males grandes remédios, árvores abaixo, ou como já têm uma altura de fazer inveja a qualquer Pigmeu, é de as podarem na sua parte inferior, que já deixa a descoberto o Chafariz, isto sou eu a sonhar alto já se vê.

No regresso de Caxias junto ao Jardim Municipal, e á beira da Marginal existem palmeiras de grande porte, aqui e no silêncio duma manhã de Sábado, ouvi perfeitamente estas a pedirem para serem podadas, de facto olhando para elas verificamos que têm mais trancas secas que verdes, claro que lhes respondi que não podia fazer nada, mas ia solicitar á Câmara e á  J.A.E. para as socorrerem.
Passei junto á Praia Velha ou dos Pescadores, e passei para o Jardim pela passagem inferior da Marginal, as paredes desta passagem tiveram de ser revestidas com gradeamento em ferro, para acabar com os roubos e destruição da iluminação local, onde nós chegámos.

Passei pelo Jardim, recordando o meu Amigo Melancia, que sempre habitou na casa cor de rosa que fica atrás do Coreto, e que já se foi a um bom par de anos, era um Jovem ainda, com uma vida para viver, mas já lá está, que descanse em paz.
Vê-se também o Pavilhão Jardim, que antes de ser "bicho do mato" frequentava diariamente, entretanto daí para cá também foram mais os anos que esteve fechado que em funcionamento, parece-me que neste momento está a funcionar embora á hora que lá passei estivesse fechado, antigamente era local de encontro das Gentes da Terra, os hábitos perderam-se julgo que muito por culpa do "falecimento" do cinema que ficava ali ao lado, e pela insegurança que todos sentimos, o faroeste está aí pujante como nunca.





sexta-feira, 3 de agosto de 2012

SÉ DE LISBOA

Tenho uma ligação afectiva com a Sé de Lisboa, era eu um «maçarico» Fuzileiro, acabado de incorporar á pouco mais de um Mês, quando na formatura de Sexta Feira de fim de tarde comparece um Padre (Capelão da Armada) que quer voluntários para irem preparar a Sé onde se iria realizar no Domingo seguinte,  (25 de Abril de 1965) a Festa Pascal da Armada, ora como não tinha saída nesse Fim de Semana, foi uma maneira Cristã de me safar da Escola de Fuzileiros durante dois ou três dias, e assim dei um passo em frente, e lá segui com outros Camaradas com destino á Sé Patriarcal de Lisboa onde permanecemos até ao fim da tarde de Domingo, aí comemos e dormimos nesses dias, assistimos á Missa comemorativa onde estavam as mais altas figuras do Estado o presidente da Republica Américo Tomas, e o Ministro da Marinha, Quintanilha Mendonça Dias.


Esta a razão da minha ligação afectiva á Sé, é certo que nunca mais lá entrei, mas passo muitas vezes nas ruas que a circundam, e entristece-me a falta de limpeza do edifício, como se pode observar é todo em pedra á vista, pelo que com o passar dos tempos, aliado á poluição atmosférica, essas pedras que outrora foram brancas ou quase, estão agora quase da cor do carvão, nos dias de hoje é fácil a limpeza do Monumento, com máquinas de alta pressão ou produtos químicos apropriados para não deteriorar a pedra, enfim, precisa é de ser limpa, cálculo que a Igreja não ande a nadar em dinheiro, e que a sua limpeza custe uma boa nota, mas os Portugueses são Pessoa Amigas de ajudar (veja-se os resultados dos peditórios que são publicitados nas televisões) e se fizerem um peditório arranjarão com certeza dinheiro para alindar a Sé.

História

A Sé de Lisboa foi construída no local de uma antiga mesquita, para o primeiro bispo de Lisboa o cruzado inglês Gilbert de Hastings.

Os três terramotos que a devastaram no século XV, bem como o de 1755, foram bastante inclementes para com a Matriz de Lisboa, dedicada a Santa Maria Maior, que sofreu danos e foi sendo renovada ao longo dos séculos.

Construída, ao que tudo indica, sobre a antiga mesquita muçulmana, o primeiro impulso edificador da Sé de Lisboa deu-se entre 1147, data da Reconquista da cidade, e os primeiros anos do século XIII, projecto em que se adoptou um esquema idêntico ao da Sé de Coimbra, com três naves, trifório sobre as naves laterais, transepto saliente e cabeceira tripartida. Nos séculos seguintes deram-se as transformações mais marcantes, com a construção da Capela de Bartolomeu Joanes, do lado Norte da entrada principal, o claustro dionisino, que apesar da sua planta irregular se inclui na tipologia de claustros góticos portugueses e, especialmente, a nova cabeceira com deambulatório, mandada construir por D. Afonso IV para seu panteão familiar.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

PROFESSOR MELO DE CARVALHO

Políticos, uma raça á parte no panorama Português, habituá-mo-nos a ver nos Políticos (muito por culpa deles) assim como uns malfeitores, é corrente dizer-mos que são todos uns gatunos, que só andam na Politica para se encherem a eles e aos amigos, (aqui aplica-se que nem ginjas o ditado que diz: "que os amigos são para as ocasiões"), que para além de andarem a encher os bolsos estão-se cag.... para o Zé, ocupam lugares sem ter preparação para os desempenhar, e quando de lá saem a única coisa que se nota é os cofres das Instituições estarem vazios etc.etc.

Mas serão todos assim? é certo que não, especialmente nas Freguesias, e nas Autarquias em geral haverá quem se empenhe na resolução dos problemas locais, serão poucos é certo, a doença propagou-se com tal velocidade que poucos terão escapado á epidemia, foi mais ou menos como aquela que atacou as cabras de Malpique, eram 210 e só escapou uma, e mesmo assim cega e coxa, mas eu conheci um Politico que não era daqueles que andam nas bocas do Mundo, e vou aqui deixar esta singela homenagem a este Homem com H grande, desapareceu sem deixar rasto nos idos de 1985, pensava-se que teria sido expurgado do Partido, por não seguir a cartilha, de facto descobri agora (bendita Internet) que não foi assim e que se mantém fiel ás suas ideias, tendo desempenhado entretanto diversos cargos de relevo daí para cá. Tem vasta obra publicada pelo que estou certo não esteve parado todos estes anos.

Alfredo Carreira Melo de Carvalho, Licenciado no I.S.E.F., foi Director Geral dos Desportos, Inspector Geral do Ministério da Educação, Consultor na área do desporto de várias Câmaras entre as quais Lisboa, foi Vereador na Câmara de Oeiras entre 1977 e 1985 e nessa qualidade assumiu o cargo de Presidente do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados, e foi aqui que o conheci e com ele tratei de assuntos de serviço. Durante os mais de vinte e cinco anos que exerci cargos de chefia aqui, foi o único Politico que visitou com frequência os locais de trabalho á minha responsabilidade, dialogando, perguntando e dando sugestões, repito foi o único que se dignou descer á terra, para ver in loco como paravam as modas no que ao trabalho dizia respeito, mostro aqui uma foto dum Jornal onde estamos os dois de cabeça baixa parecendo estar zangados um com o outro, de candeias ás avessas como se diz na gíria, não era, estávamos a ver passar esgoto na caleira do triturador da Ribeira da Laje, portanto num ambiente nada propicio a narizes mais sensíveis, seria por isso que os políticos não apareciam por lá?



terça-feira, 31 de julho de 2012

DOIS EM UM

É assim mesmo, dois dias de correrias para aqui postar  em apenas uma mensagem.
Ontem fiz aqui junto a Vila Fria a minha caminhada matinal, não estava á espera de sair daqui, a não ser lá para Quarta ou Quinta Feira para ir regar a horta á Terra, pois o Agostinho só vai largar a Praia quando estiver torrado, um gajo não o vai reconhecer quando o voltar a ver, parece saído dum lagar de azeite, mas eis que inesperadamente o meu Filho mais novo que entrou de férias ontem, se lembrou de ir passar uns dias a Vila Verde, ora como as tecnologias de rega que tenho lá são das antigas, (tirar água a balde do poço, passar para o regador e zás, junto á raiz dos tomateiros, como dizia o Rapaz não sabia trabalhar com estas geringonças., pelo que fui lá dar-lhe umas lições, para ele regar o resto da semana ou até se cansar de lá estar.

Eu a chegar, e montes de Gente a passar á minha porta, nem tive tempo de entrar, fui cercado, e ali estive uma boa meia hora até apanhar uma aberta e poder finalmente entrar em casa, vinham de acompanhar uma Senhora (D. Laura boa Senhora mas a hora chega a todos) á sua última morada, (mesmo que não me gramem passam todos á minha porta, dessa é que não escapam), ali estive aquele tempo na conversa com Amigos, alguns dos quais já não via á tanto tempo que não os reconheci, nem eles a mim, só depois de identificados lá chegámos, entretanto enquanto metíamos a conversa em dia, o Padre despachava outra Senhora na Igreja Matriz, para a quinta das tabuletas, foi um dia em cheio para o Padre e para os acompanhantes que assim só tiveram de perder um dia em vez dos dois que seria normal, se não embarcassem as duas na mesma altura, que descansem em Paz.

Já tinha então feito a caminhada de manhã, mas não podia escapar de fazer mais uns quilómetros estando lá o maratonista de serviço, assim foi, logo que terminaram os funerais e eu reguei a horta parti com o Vicente para mais seis quilómetros, mas desta vez fiquei preocupado com o Companheiro, é que o Homem trepa por todo o lado onde aviste amoras, eu com a proveta idade que tenho nunca tinha assistido a uma coisa destas, ele vê uma amora num píncaro duma silva, e lá vai ele, estou com receio que despenque por uma ribanceira abaixo e depois não sou capaz do rebocar dali para fora., pois os terrenos por onde andamos são tão sinuosos que só um Helicóptero o consegue tira dali.

Ontem ainda, quando cheguei a Porto Salvo, li ou sonhei já não tenho a certeza de nada, que o Navio Escola Sagres estaria atracado em Santa Apolónia toda a semana, e que poderia ser visitado,  eu visita não ia fazer até porque as horas a que ando, não há visitas para ninguém, mas saí daqui todo lampeiro para o fotografar, pois  era mas não foi, não vi Sagres nenhuma, ando sempre de passo trocado, quando foi da inauguração da estátua ao Fuzileiro no Barreiro apareci lá uma semana antes da data, agora provavelmente fiz o mesmo, porca de vida, cabeça que não tem juízo o corpo é que paga.
Aproveitei de qualquer modo para caminhar, e "Observar", a primeira observação foi no Cais do Sodré, o Largo em frente vazio de carros, pois é, atenção que o trânsito está cortado todo o Mês de Agosto, entre este local e o Campo das Cebolas, quando regressei da volta, a fila de carros já chegava a Santos, cuidem-se.

Tirei algumas fotos, ao Panteão Nacional, (morada dos famosos) de diversos ângulos; num deles podemos ver o Museu Militar e a Estação de Santa Apolónia, avistando-se ainda o Hospital da Marinha que foi minha casa por mais de dois Meses, noutro ângulo vê-se a Feira da Ladra em pleno movimento pois hoje era o seu dia (também se realiza aos Sábados)  fotografei a Igreja de São Vicente de Fora, subi até ao Castelo de São Jorge, e junto á Escola onde andou o nosso Amigo Valdemar Alves observei e fotografei um Operário com o chapéu mais castiço que já vi, depois passei por um Jardim, onde existiam três cadeiras, sentei-me numa delas, e deixei duas vazias, que espero sejam preenchidas pelos traseiros dos Amigos blogueiros, vejam bem o nome do Jardim e vejam se arranjam coragem para ir lá sentar-se um destes dias, eu já fiz a minha parte, e assim termino por hoje, que a conversa já vai longa.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

PARA RIR OU SORRIR


Excertos de autos elaborados pela GNR e PSP, peças processuais e diligências)
Um agente da PSP desloca-se à residência de um casal que anda desavindo e escreve no auto de notícia que: "o sr. x anda muito frustrado porque pagou cerca de 5 mil euros pelos implantes mamários da sua mulher e suspeita que outro cidadão está a usufruir desses dividendos".

- Escrevia uma militar da GNR num auto de notícia:"Numa acção de fiscalização, estando eu de arvorado ao carro patrulha, mandei parar o veículo supra identificado e pedi ao condutor os documentos pessoais e da viatura. Em resposta, disse-me aquele que se o autuasse me iria ao cu, o que fez três vezes."

- A GNR participa acidente e explica que "naquele local o asfalto da estrada era de terra batida".

- O gatuno era "herdeiro e vozeiro naquele tipo de condutas".

- Auto de notícia em que se diz que a ofendida foi encontrada em "lã-jeri"..


- O arguido era "de raça nómada".

- O arguido resolve acabar o seu requerimento de uma forma cordial: " Pede deferimento" e logo a seguir ... "As minhas sinceras condolências".

- "O denunciado proferiu vários impropérios na Língua de Camões e também em língua francesa"

-"O individuo trazia o produto estupefaciente junto do órgão genital masculino vulgo pénis"


- Auto de denúncia: "enquanto proferiam tais ameaças permitiam-se ainda chamar nomes ofensivos tais como "puta, vaca, jornalista, advogada, ladra, que era boa era para ir para a Ordem dos Advogados".



- Um arguido antes de bater no ofendido atirou-lhe com uma caixa em plástico, "nomeadamente um tampa-roer".

- "O arguido atirou um paralelo-ipípado".

- "O arguido trazia uma techerte azul às riscas".

- "Os meliantes colocaram-se em fuga, ao volante de uma Picap"

- Na sequência de uma queixa por crime de furto de um veículo a GNR informa que recuperou a dita viatura no entanto a mesma vinha cheia de moças.

- Caso de uma averiguação de causa de morte em que foi determinada a "autópsia parcial" do cadáver.

- Auto de notícia em que a GNR denuncia o furto de 24 galinhas das quais uma era galo.

- Auto da GNR, em que se diz que foi apreendido ao arguido um "chizato" e uma "bassoira".




sábado, 28 de julho de 2012

IDEIAS TROCADAS

Já vai no terceiro dia que ando com uma neura do caraças, isto aparece do nada, ando mais ou menos sem euforias mas também sem grandes tristezas e de repente sem aviso nem pedir licença, fico com umas trombas que pareço o comboio de Chelas, não estou zangado com ninguem, mas os que me estão próximos perguntam uns aos outros se me zanguei com Fulano ou Beltrano, pois quando a neura chega não arredo pé daqui do «cantinho dos tristes», claro que ninguém sabe a razão, pois se nem eu sei! é uma merda de vida, um gajo se parte um pé, uma perna, parte os cornos numa queda, apanha uma caganeira, porque foi comer uvas com jalapa, pronto tem uma explicação para o que está a acontecer, agora assim do nada sem uma razão plausível, é complicado.

Hoje por exemplo fui fazer uma caminhada ainda lusco fusco por Oeiras, como sou um apaixonado por bicharada parei junto á ponte da antiga Fábrica de papel, e junto ao Palácio do Marquês de Pombal e Câmara Municipal para observar peixes e patos que sei que existem por ali, para uma Pessoa dita normal, o que é que via? exactamente peixes e patos que era o que ia á procura, e eu o que é que vejo? lixo, águas poluídas, e até um carro de compras que algum amigo do alheio trouxe de algum Super Mercado sem falar com o dono e aqui o deixou de molho até que por ali passe alguma cheia e o leve até á Praia de Santo Amaro, é certo que também vi patos e peixes, mas o que me ficou na retina foi o lixo, porca de vida.

Outros exemplo, estive á dias na minha Terra, passei na Aldeia Grande que fica próximo, e lá estão duas placas indicadoras das Povoações mais próximas da minha, a placa maior não se consegue decifrar o nome da Terra a que respeita, a outra pequena aponta para o chão, ora isto visto por olhos de ver até está engraçado, cores bonitas, bem postadas hirtas e firmes, e o simples facto de não se conseguir ler o nome da Povoação também não tem importância, aliás na placa afixada nas ruinas do Palácio de Vila Verde as letras também já se foram, e ninguém se preocupou em pintar outras, então porque reparo nestas coisas sem importância, que me deixam abananado? isto alguma vez é importante? mas de que raio de material eu sou feito, para reparar naquilo que poucos vêm?

Na Quinta Feira na minha volta por Lisboa, passei junto ao Ministério das Finanças no Terreiro do Paço, olhei para o edifício e nos andares superiores vêm-se vários aparelhos de Ar Condicionado junto das janelas, como todos sabemos estes aparelhos quando ligados expulsam liquido, assim como que uma mijinha, que por norma é canalizado para algum local que não prejudique terceiros, aqui como existe uma espécie de varandim pequeno, essa água corre para aí, como á sempre poeiras nos ares e o varandim é frequentado por pássaros, lá ficaram alguma sementes e agora crescem alegremente alguns arbustos, junto dos aparelhos, ora isto não tem importância nenhuma para quem por lá passa, nem o Zé pagante fica prejudicado, pela beleza das ervas nascidas a cinco metros do solo, mas eu logo me assaltam aqueles pensamentos parvos! como por exemplo, se as trancas do arbustos se enfiam na parte eléctrica do aparelho aquilo faz! Pum... e lá vai então o Zé ter de puxar pelos os cordões á bolsa para pagar desleixos, ou será o ministro ocupante a pagar?

Estamos no Verão, o calor aperta, sabe bem um banho no Mar ou em Terra tanto faz, o que precisamos é de refrescar, portanto quanto mais água melhor, até porque o Inverno passado foi de muita chuva e temos as nossas barragens a abarrotar, estando mesmo em perigo de implodir de tanta água que lá têm, diz-se até que têm permanentemente as descargas de superfície abertas para o perigo de vir alguma chuvada mais forte e elas não suportarem tanta água, e assim para ajudar a escuar essas águas em especial a do Castelo do Bode que é a que abastece esta Região, temos á três dias seguidos dezenas de aspersores a espalharem água aqui em Vila Fria, num terreno a chama jardim, esta corre livre e alegremente pela estrada, o mesmo em Porto Salvo onde as Pessoas não podem utilizar um dos passeios pois a Água invade este, mas isto tem alguma importância? claro que não, a mim é que me faz cocegas ver estas coisas, estou portanto e definitivamente desfasado da realidade de hoje, pelo que vou ter de rapidamente fazer uma reciclagem mental.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

SEM PALAVRAS

Palavras para quê? Lisboa, Ano da graça de 2012, Mês de Julho dia 26, a noticia de hoje é que mais de 50% dos Portugueses estão em risco de pobreza. Está tudo dito! Sou pessimista? quem não é, vendo o que se passa á sua volta? Felizes dos que só olham para o seu (deles) umbigo.