domingo, 29 de setembro de 2013

AS NOSSAS ESTRADAS

Começou a época das chuvas, e os acidentes a acontecer com mais frequência, dizem-nos que a culpada é da chuva, coitada, que tal como o Sol é ouro, como se tivessem culpa das inconsciências que andam por aí á solta, a velocidade que muitos circulam é igual, faça chuva, vento, ou Sol, ou até neve nos locais onde esta aparece, as campanhas que se fazem (as poucas é certo) chamam a atenção para o estado do pavimento, do tempo e porque não alertar para o estado dos condutores? é que anda para aí muita boa gente que é incompreensível com o lhes passam um volante para as mãos.

Quando falo ou escrevo sobre o que se passa nas nossas estradas, faço-o por um lado porque com cerca de um milhão de quilómetros feitos em quarenta e dois anos, me deram uma visão real do que está mal, e por outro lado porque sofri na pele aquilo que esta selvajaria ambulante vai fazendo sem sinal de abrandamento, tenho até muitas dúvidas sobre se, uma parte dos condutores terão a carta de condução, e no caso afirmativo se as viaturas onde circulam lhe custaram aquilo com que se compram os melões.

Mas o problema estende-se e de que maneira aqueles que deviam zelar pelos Cidadãos que circulam cumprindo as regras, e isso não acontece, já o escrevi e repito, faço há muitos anos o percurso até á Terra e volta, e só uma vez fui mandado parar, e para o Guarda me perguntar como se comportava o carro que tinha na altura, porque estava a pensar comprar um igual, e não só não me mandam parar como não os encontro no percurso, por onde andarão? é que este percurso pelas estradas Nacionais, que não (Autoestradas) é uma autêntica selva, sem regras, são curvas cortadas, luzes apagadas de noite, velocidades loucas dentro e fora das Localidades, uma vergonha, e um gajo vai descansado na sua mão e leva com um artista destes em cima e fica feito num oito com aconteceu com a minha Patroa, e os sacanas ficam a rir, o seguro paga, dizem eles.
E que dizer dos inconscientes que saem das propriedades e largam toneladas de lama nas nossas Estradas Nacionais obrigando os automobilistas a circular em contramão? E com nevoeiro serrado a circular de luzes apagadas? Será que a coisa ainda tem conserto?
 
 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

OBSERVANDO LISBOA


Andei-me a poupar no que respeita a caminhadas, desde que a constipação me atacou á traição a semana passada, agora que parece que esta foi pregar para outra freguesia, sinto-me como novo, e hoje fui esticar-me um bocado para a Capital, cerca de oito quilómetros, já não foi nada mau para ver se despacho algum do colesterol que engoli nos últimos dias, porque essa história que se conta que um gajo constipado não tem vontade de comer, não serve para mim, quanto mais fungo e tusso mais como, até penso que junto com a constipação vem a «bicha solitária» para azucrinar o juízo a um gajo!

Assim cheguei a Alcântara onde me despedi do Dr. Cascais (comboio) ás 6h35 bem de noite como sabem aqueles que se levantam por estas horas, subi um pouco a rua que liga á Av.. de Ceuta e depois segui pela Prior do Crato, atravessei a Infante Santo, segui pela Presidente Arriaga, passei junto ao Museu Nacional de Arte Antiga, e ali próximo tirei as primeiras fotos ao Tejo, mas a escuridão ainda se fazia sentir, razão porque não saíram como eu esperava, depois, rua Santos o Velho, atravessei a Av. D. Carlos, passei pela rua da Boavista, subi ao Miradouro do Adamastor, gosto de o visitar porque devo ser dos poucos sóbrios que ali passam ou param, pela quantidade de garrafas de pinga que estão sempre por lá! Passei ainda pelo Chiado, Largo do Carmo, Rossio e a descida para o Cais do Sodré.

Ora antes de chegar ao Cais do Sodré, passei como é costume pelo Terreiro do Paço, e aqui para espanto meu, ou talvez não, (falei nisto á cerca dum Mês), mesmo junto ao Cais das Colunas abateu o pavimento, até aqui nada a apontar, pode abater qualquer coisa, especialmente se essa coisa não foi feita como devia, e em especial se a coisa é fustigada pelas águas do Tejo, o que é o caso, e mais grave ainda se a coisa abatida tem nas suas entranhas cabos de Electricidade, que na melhor das hipóteses quando estes cederem á ondulação mais forte e ao peso do betão abatido, vão deixar alguém a ver navios, ou melhor a ver á luz do candeeiro a petróleo.

Isto deixa-me indignado, como é possível que ninguém com responsabilidade no assunto, seja a Câmara, o Porto de Lisboa, ou o tanas, não tome as previdências necessárias para que o prejuízo não seja maior? Mas não será que o interesse é mesmo que a coisa seja de maior dimensão para justificar uma grande empreitada? Eu que não sou maldoso suspeito que sim!
As fotos são bem esclarecedoras do que aqui fica escrito, a única coisa que mudou de há um Mês para cá, foi aquelas «balizas» para as Pessoas não caírem no buraco, e até me admira muito, sabendo o que a pinga vai fazendo nestas noitadas bem regadas, que não as tenham atirado ao Rio, e sem a proteção alguém já lá tenha caído, mas ainda não é tarde para que isso possa acontecer!

domingo, 22 de setembro de 2013

OBSERVANDO E RELATANDO

Vou aproveitar este intervalo entre febres para escrever aqui umas palavras, vou fazer os impossíveis para não serem muito amargas.
Hoje de manhã apesar de febril (este vicio de caminhar é do caraças) e depois de tratar dos meus animais não me contive e fui andar um bocado por Oeiras, deixei o burro junto á Câmara, segui pela rua Desembargador Faria até á Estação da C.P. de Oeiras, daqui segui junto ao Jardim Municipal, e encontro no Largo Almirante Gago Coutinho uma placa provisória indicando «Desvio, Estrada Marginal encerrada».

Segui pela Rua de São Pedro do Areeiro, e olho para o antigo edifício do Tribunal, abandonado com vários vidros partidos, enfim o costume, sigo até ao Inatel, e verifico que o trânsito se processa normalmente na Marginal, então porque carga de água há um sinal a dizer que está encerrada? Mistérios, dou a volta ao cavalo, sigo no passeio desta Estrada até ao antigo Restaurante Pérgula, agora dedicado a vender comida rápida, e aqui observo outra curiosidade, vejo uma camarada de Sobretudo, e gorro na cabeça, pensei cá para os meus botões, coitado com este calor o gajo passou-se, só pode ser, mas olhando melhor verifico que aquilo tem toda a aparência de ser uma espécie de farda, o Homem anda a varrer o lixo que a malta da noite aqui deixou, será um funcionário do Restaurante, e enfiaram-lhe estas lindas roupas coitado, deve suar as estopinhas!

Mais uns passos e entro no Jardim Municipal que vem até á Câmara, logo no seu inicio começo a ver os cestos de papéis tirados dos seus suportes, ainda pensei que fosse um ou dois, mas não, fui caminhando e estavam todos tirados, alguns devem ter ido parar ao Rio, outros dentro dos canteiros de flores, enfim, esta Juventude tem que se entreter com alguma coisa não é?
 
 
Então agora em período Eleitoral em que os candidatos a qualquer, coisa dão o cu e oito tostões para ter a rapaziada disponível para fazerem número nas caravanas que andam pelo Concelho, há que os apoiar, deem-lhes uma cervejolas para refrescar as ideias que no fim da festa alguém vai pagar os prejuízos, ontem houve festa rija promovida por um dos Candidatos na Praia de Oeiras e não me custa a acreditar que saídos da festa bem regados, tenham, atravessado o Jardim e pelo caminho é o que se vê, esta gente só pensa em estragar.

Mas pensando bem, talvez esteja a ser injusto, esta Juventude tem a educação que nós os mais velhos lhe transmitimos não é verdade? Então não contei atrás que colocaram uma placa a dizer que a Estrada Marginal estava encerrada e não estava? É suposto não ser qualquer pinguço que vai colocar um placar a dizer que uma Estrada Nacional está encerrada, ora de bons exemplos estamos todos fartos, portanto estou quase a retirar o que disse, da nossa Juventude, mais ou menos alcoolizada!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

ACTUALIDADE

Como sou um dos muitos «empecilhos» deste governo, que aliás tudo tem feito para se ver livre de mim, e dos que estão na minha situação, isto é, velho para trabalhar, novo para receber a reforma para a qual trabalhei e descontei, também não aparece aquela moléstia que deu ás cabras de Malpique, que eram 210, e só escapou uma e mesmo assim cega e coxa, mais não resta ao governo que é, ter (aos velhos) de nos suportar, é certo que com a devida dieta, que não voluntária, mas receitada por Passos, Portas e Companhia  Lda., e por tudo isto e mais alguma coisa hoje deparei com um artigo no Jornal Público, de Alberto Pinto Nogueira, que aqui publico, com a devida vénia, é longo mas nós «velhotes» o que temos mais é tempo, por isso façam o favor de ler!
As fotos são da minha responsabilidade..

A “ Geração Rasca” tem vinte anos.

Manuela Ferreira Leite, ministra da Educação, avançara com a imposição de uma prova global no 10.º ano e a eterna questão das propinas. Teve a oposição da academia de estudantes que se manifestaram em Lisboa, em enorme protesto com várias centenas de milhares de alunos.
Desprezaram o respeitinho devido ao poder, excederam-se na linguagem, noutras exibições menos elegantes. Dos tenros traseiros! Desmandos da juventude!
Vicente Jorge Silva é um bom jornalista. Considero eu. Num editorial do PÚBLICO desancou-os: Geração Rasca. Cometeu aquele desvio fatal das generalizações. As gerações de jovens, adultos e velhos não são rascas. Em todas as gerações, há bolsas de rascas. É diferente...




Na Assembleia da República, Pedro Passos Coelho (PPC) ergueu a voz, corajoso que era, em defesa da bolsa rasca que bem lhe cabia e ora melhor lhe cabe. PPC representava essa bolsa. Dela dependia a sua vida política e não só. Como a história o demonstra.
Enformado por aquelas “teorias” do Estado que recebera no ninho da Jota laranja e das universidades de verão que, como é sabido, uma e outra, são escolas de ensino superior para futuros lugares nas empresas públicas e privadas. No Estado. Nas Jotas laranja e nas de todas as cores.
A “Geração Rasca” é também um produto da geração adulta e velha de hoje: os facilitismos oferecidos, o fomento negligente de irresponsabilidades, as passagens administrativas, o paternalismo. A cedência à ausência de valores. Uma geração hoje “velha” que prescindiu de transmitir à geração, ontem, jovem os princípios da liberdade responsável.

É desse “sítio bolseiro” que brotou o poder de hoje. Os Jotas laranja de então são hoje membros do Governo do país. Sem regras, sem princípios e sem moral. Que não tinham. Nem beberam na Jota.
A ausência de ética, de moral, de princípios gera, consequentemente, comportamentos políticos da mesma natureza: sem moral e sem ética. Alimenta e pratica a mentira, a manipulação, o golpe, as jogadas de interesses.
Um desrespeito profundo pela Lei. Eles são a lei. Para eles, lei é não haver lei. Mudam-na da noite para o dia, ao sabor dos seus interesses e dos interesses dos seus.
Supõem viver no Faroeste!
Escolheram como alvo da sua atrofia e indigência mentais, aqueles que, há vinte anos, os suportaram, os velhos!


O à- vontade quase orgásmico com que se ouve um (uns) rapazinho(s), com ar palerma(s) e convicto(s), falar de despedimentos na função pública, de machadadas nas reformas dos velhos que os sustentaram é uma coisa obscena e que exige resposta violenta dos velhos.
Uns meninos fazem de governo de um estado, não do Estado. Um governo de mancebos que se demite hoje, é governo amanhã! E que, com brincadeiras de sai e entra, delapida, em juros da dívida, mais uns milhões do Estado.
Enterram mil milhões e mais mil milhões a empanzinar bancos, swaps, parcerias.
Têm a desfaçatez de “poupar” com o dinheiro dos outros, com o dinheiro das reformas dos velhos! Para cobrir o défice que eles e amigos contraíram!
A pretexto do “perigo sistémico” dos primeiros responsáveis da crise, o poder financeiro, desinteressam-se pela pobreza e miséria do povo. Este paga a crise, também com reformas.

Deixem os velhos em paz, na sua paciência de velhos.

Aos quarenta e tal anos de trabalho a sério, falem de cortes nas reformas. Nas vossas.

Vicente Jorge Silva bem sabia o que escrevia.

Procurador-geral-adjunto

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

LISBOA AO AMANHECER

Caminhando e observando Lisboa, o tempo seco parece que está a dar as últimas (segundo os meteorologistas) e há que aproveitar a dar á sola enquanto é tempo, já que da Praia ando de candeias ás avessas faz tempo, vou «nadando» fora de água, e últimamente descobri a Baixa da Cidade vista de cima, e hoje fui repetir a dose, pena é que devido há hora madrugadora as fotos tiradas apontando a nascente não fiquem grande coisa, pois de frente para o Sol não dá.

Assim, hoje segui não tão cedo como ultimamente pois tive de dar boleia á Patroa até Paço de Arcos onde se foi juntar com duas Irmãs, para irem tratar de qualquer coisa Familiar, mesmo assim ainda embarquei no comboio das 6h50, e quando cheguei á Av. Ribeira das Naus estava o Sol a nascer como se pode ver nas fotos, aqui fica uma informação para os meus antigos Camaradas da Marinha, a primeira Vedeta parte ás 7.15 da Doca com destino á Base do Alfeite, (podem vê-la numa imagem do nascer do Sol) e se por acaso quiserem «apanhar boleia» da dita ainda vão beber o café á outra Banda!

Entretanto como já dei a entender anteriormente fiz mais uma subida ao Elevador de Santa Justa, para daqui apreciar o amanhecer na Baixa Chiado, como se pode ver no relógio do Arco da Rua Augusta (finalmente está a funcionar) ás 7.45 estava lá no alto a ver a banda passar.
E como quem sobe também tem de descer assim aconteceu, após mais umas voltas na zona da Av. da Liberdade e Rossio, dirigi-me ao café do costume, mas hoje fiquei em branco, o funcionário do estabelecimento fez-me uma finta que na próxima visita relatarei se for caso disso, e como não sou pessoa de andar em experiências cafezeiras, vim beber o café a Vila Fria.

Numa das ruas da baixa, se não estou errado precisamente na dos Correeiros, estive a apreciar o novo transporte usado na Cidade, trata-se duma carripana de dois lugares, mas quem não entrava numa geringonça daquelas era eu, um autocarro ao fazer uma ultrapassagem ao bicho, um gajo até se borra todo, a coisa é pequena demais para medir forças com os mastodontes de dois pisos que circulam por aqui.
 
Mais uma vez tive oportunidade de assistir ao triste espectáculo das Pessoas a levarem com as ondas do Tejo quando passam naquela esplêndida passagem para Peões que algum jumento em má hora colocou ali em frente ao Ministério da Marinha, e ninguém vê isto? Vejam uma Senhora a atirar-se para cima dos separadores para não tomar banho! Uma vergonha.

domingo, 8 de setembro de 2013

CÁ VAI DISTO, QUE AMANHÃ NÃO HÁ!

Como talvez já tenham reparado, tenho andado um bocado afastado destas lides bloquistas, não é por falta de tempo, é mesmo por falta de miolo, eu bem puxo por eles mas não deitam nada, assim na falta de assunto da minha lavra, e para não deixar morrer o blog á mingua, andei a fazer uma pesquisa na Internet, para ver se arranjava assunto que valesse a pena escarrapachar aqui, mas á falta de melhor, só encontrei criticas ao Governo, e em especial ao seu Chefe, achei até curioso, alguns antigos Governantes da cor do actual Governo esticarem a corda sem dó  nem piedade ao Passos, até o seu mentor Politico,. (há quem lhe chame Pai Politico) Ângelo Correia a fazer-lhe criticas fortes, assim como o Ex-governante e Ex- Deputado do P.P.D. Vasco Pulido Valente, hoje mesmo no Jornal Publico, para não falar em Marques Mendes ou Manuela Ferreira Leite, aqui ficam algumas pérolas, destes iminentes Socias Democratas!

O social-democrata  Ângelo Correia faz duras críticas não só ao PSD, mas também a Pedro Passos Coelho. O convidado do programa do Bloco Central, que a TSF emite hoje, considera que o PSD não estava preparado para ser Governo. Diz ainda que o primeiro ministro tem demonstrado falta de consistência.



Governo  fraco, Governo forte
Por Vasco Pulido Valente

O Governo que vai empobrecendo Portugal - e não haja a menor dúvida a este respeito - prometeu também em 2011 que faria uma reforma drástica do Estado, que permitiria uma competitividade maior, mais crescimento e uma simplificação nunca vista da burocracia central e local. Até agora, ignorou tudo isto e ficou por malabarismos contabilísticos e remendos de ocasião: aumento de impostos, diminuição de salários e um assalto desordenado às pensões dos reformados (do público e do privado). Quando lhe pedem uma reorganização a sério do país, não responde ou adia. Não tem para isso um plano A, nem um plano B. Anda à deriva entre o que a troika lhe exige e a intensidade das reacções internas, que dia a dia variam de espécie e de eficácia. O resultado é que nenhum português sabe hoje o que o espera no futuro amanhã ou, digamos daqui a vinte anos.


A ex-líder do PSD e antiga ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, voltou a desferir, esta quinta-feira à noite, fortes críticas ao Governo de Passos Coelho, acusando-o de fazer bluff ao dizer que o regime jurídico da “requalificação de trabalhadores em funções públicas” poderá levar a medidas mais duras para os portugueses, ao mesmo tempo que considera ser «preocupante que se amedronte as pessoas com um papão».

domingo, 1 de setembro de 2013

MONUMENTOS EM BELÉM

Hoje saí com destino a Algés, (como já escrevi no Facebook) mas as coisas não correram como eu tinha programado, fui caminhando e desaguei em Belém, mas não dei os passos e o tempo por perdido, pois é uma zona rica em monumentos que nos recordam a nossa História, pena é que num desses esteja um «inquilino» que não ata nem desata, mas isso são contas doutro Rosário.

 
Foi então uma caminhada de pouco mais de cinco quilómetros entre Algés, a Estação da C.P. de Belém, local onde atravessei a linha do comboio para junto do Tejo, aqui fui observando os Pescadores desportivos que se amontoavam nalguns locais do paredão, provavelmente por serem locais onde o peixe abunda, mas isto faz-me sempre um bocado de confusão, pois a lei diz que tem de ficar um espaço de dez metros entre canas, mas enfim há quem goste de aconchego, ou outras razões que a razão desconhece.

Vi e fotografei alguns dos Monumentos mais significativos da zona, como a Torre de Belém, já com uma proveta idade, pois começou a ser construída em 1514 e terminada seis anos depois, ou o Padrão dos Descobrimentos, concebido e desmontado em 1940 e reconstruido em 1960, ou ainda o Palácio de Belém construído em 1559, curiosamente por um Fidalgo cujo nome era D. Manuel de Portugal, e a Estátua do meu conterrâneo Afonso de Albuquerque, inaugurada em 1902, e que tem um senão, não há gaivota que ande por ali que não lhe faça uma cagada na cabeça.
O Forte do Bom Sucesso, cuja construção se iniciou em 1780, e onde está sediado o Museu dos Combatentes do Ultramar.

Aqui observei o que penso ter sido o render da Guarda, pois encontrava-me já distante mais precisamente junto ás bombas de gasolina de Pedrouços, mesmo assim ainda deu para tirar umas fotos, que mostram os Fuzileiros que lá estavam de Serviço, em posição de Sentido, e de Descanso, e uma coisa me surpreende na Guarda ao Monumento, das vezes que lá passei são sempre Fuzileiros que lá estão de serviço, será que as outras Armas (Exército e Força Aérea) não se revezam neste serviço? Será exclusivo da Armada? Aqui ficam as fotos que tirei nesta caminhada/observação!