Como escrevi ontem no Facebook, estive em Vila Verde, fui-me abastecer de couves para a consoada, por mim até as dispensava, mas a tradição manda mais que eu, e por falar em couves, o meu Pai que gostava da pinguinha, e como se sabe, a hortaliça não puxa carroça nem faz peito para um copinho, quando a minha Mãe colocava na mesa sopa de couves, algumas vezes levantava-se da mesa e não comia, dizia ele que não era nenhum coelho para comer verdura, e ficava a ver navios, porque para além da sopa, não havia mais nada, essa coisa do 2º prato, não existia, mas isto foi só uma recordação que me assaltou agora!
Como dizia, fui ás couves, criadas no meu quintal, mas sobre a batuta do Agostinho, o Homem dos versos, que tem sempre material comestível com fartura, antes das couves ainda tive outra oferta, o Guilherme lendo que eu andava á procura de morangueiros, mandou-me uma «mensagem falada» da casa dele, estava eu na minha rua a falar com uma Vizinha, aproveitei a oferta e trouxe mais uma mão cheia, que já estão plantados, para o ano vou ter aqui morangos que dá, para dar e vender.
Comecei a escrever aqui no blog com a única intenção de desejar aos Amigos que me têm acompanhado nos blogs um Feliz Natal, mas quando começo a escrever o cérebro aquece e as palavras jorram com tal intensidade que tenho de meter travões senão estampo-me, assim, aqui ficam os meus votos de:
Feliz Natal para os meus Amigos e leitores (para quem tem tido a paciência de me ler) e para as respectivas Famílias, e um ano de 2014 cheio de coisa positivas.






"





