sábado, 15 de junho de 2013

PARABÉNS Á MINHA MENINA

Hoje não há reportagem de rua, saí como de costume (de que dei conta noutro local) mas a mensagem aqui no blog é dedicada ao aniversário da minha Margarida que hoje é «pequenina»  normalmente o repasto tem acontecido aqui em casa, todos sabem a minha aversão a Restaurantes e afins, onde só entro amarrado, amordaçado, e anestesiado, mas desta vez houve uma excepção, como a  minha Maria não tem andado famosa, (a idade não perdoa) a Filha quis ir almoçar ao Restaurante aqui mesmo ao lado "Arcos da Vila" em Vila Fria, embora conheça o proprietário, e já lá tenha estado dentro do estabelecimento na conversa com ele (fora de horas de movimento) foi com o credo  na boca que lá entrei pouco passava do meio dia e meia, já lá estavam meia dúzia de Clientes mas não se ouvia uma mosca, estava aparentemente em casa.

Começou-se pelos entre-tantos, aquilo que nos vão pondo á frente enquanto os finalmente não chegam, e lá fui aguentando, embora com o coração um pouco mais acelerado que o habitual, mas nada que não fosse suportável, (o Homem é um animal de hábitos não há dúvida e neste momento já com a digestão a caminho do fim, estava preparado para novo repasto no Restaurante do Amigo Manuel), até porque não tivemos oportunidade ao almoço de falar um pouco do nosso Benfica, coisa que ambos partilhamos com paixão, mas há mais marés que Marinheiros  e se não for antes lá para Segunda ou Terça Feira falaremos sobre como estamos a prever a nova época futebolística do nosso Clube.

 
O Almoço correu muito bem, tudo o que veio para a mesa estava cinco estrelas, as entradas variadas, saladas de polvo, patés vários e azeitonas, o prato principal, picanha de boa qualidade e bem aviada, no final doces e fruta a gosto, a pinga tinto da casa (que francamente não sou a pessoa indicada para o classificar, sobre vinhos sou um zero) já a sangria branca estava muito boa.
No final do repasto viemos para casa para cantar os parabéns á aniversariante, que conte muitos e bons, que merece. Muitos beijinhos.
 
 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

NAS ONDAS HERTZIANAS

Onde nos fomos meter! Os marmanjos que nos andaram a vender gato por lebre, no que á dita União Europeia diz respeito onde estão? quem é que assume a responsabilidade pela maior pobreza que o nosso Pais atravessa desde tempos imemoriais? Quem acabou com as pescas, agricultura, Industria e etc. etc., dizendo que assim o Pais ia prosperar, pois ia entrar no "barco dos ricos", mamaram os milhões que entraram sem passaporte, gastaram-no a seu (e dos amigos) proveito, e agora nós comemos as espinhas? Se ainda sobrar alguma? Estes grandes patriotas que nos meteram neste barco sem fundo não deviam pagar as favas pela banha da cobra que nos impingiram?

Estamos a caminho dum novo fascismo? é o que penso, todos os sinais que vêm da troika, e Cia. Lda. apontam nesse sentido, infelizmente  a Europa não está só nesse caminho, mas isso agora não é para aqui chamado, veja-se o que aconteceu no Chipre, a tal troika chega e diz, queres pilim? então os gajos que têm alguns carcanhóis no banco vão levar um corte de 20%, porque os bancos Cipriotas só têm dinheiro fácil, dos Offshore e tal, ou aceitas ou então não levas empréstimo nenhum, os juros? isso depois logo se vê, pois nós para os nossos parceiros da C.E.E,. fazemos aqui uma coisa em conta digamos 6% , porque vocês não são de confiar, os nossos amigos Alemães pagam, 1% mas é gente séria, não há comparações, e ainda outra coisa os bancos vão fechar uns dias que é para o povaréu não ir lá sacar a massa que lá depositaram na sua boa fé, assim seja feita a vossa vontade majestades, cumpra-se! E cumpriu-se.

A Grécia, outra gastadora empedernida, os Gregos são danados para a brincadeira e não querem trabalhar, há que amansa-los pelo boca, não lhe dando comida os gajos até nos vêm comer á mão, mas eles já começaram com greves e manifestações, como é que vamos amansa-los se os gajos com fome correm mais que de barriga cheia? Resolve-se já o problema, a Televisão e a Radio é que dão as noticias dessas greves e manifestações, certo? assim é amigos da troika, (responde o primeiro ministro Samará) então fecha-se essa m---da já, vão ver que sem publicidade essas manifestações e greves terminam rapidamente, para grandes males grandes remédios não é amigo Saramás? Têm razão como sempre, mas já agora e se os Alemães nos pagassem aqueles dinheirinhos da Segunda Grande Guerra? Nós sempre ficávamos um pouco mais aliviados, não era? Não se fala nisso agora, depois da crise conversamos.

E Portugal, como está? Óptimo, segundo a pessoas mais entendida em economia que tempos em Portugal, precisamente o mais alto dignitário da Nação, ainda agora no seu grande discurso ás Tropas nas Linhas de Elvas, onde afirmou para quem o quis ouvir ( e não só as Tropas)  que a nossa Agricultura nunca esteve tão bem, não falou nas Pescas nem na Industria talvez por esquecimento, mas também estas nunca estiveram tão bem, também não falou no Povo, que ao contrário do que dizem por aí, também  nunca viveu melhor, isto é um paraíso comparado com o antes da C.E.E, e do Euro, é certo que tal como na Grécia em Chipre, ou em Espanha também aqui andam com greves e manifestações, agora nem os ministros podem sair á rua que são logo vaiados (não confundir com veados) então proceda-se como na  Grécia, feche-se as Televisões e rádios e vão ver que as contestações acabam logo, e se isso não for suficiente, recorra-se á Policia de choque, não se esqueçam que a estes não podem cortar o vencimento, antes dê-lhes um aumentozito, pois nunca se sabe, veja o que aconteceu com o Caetano se não fosse a G.N.R. estes selvagens até o tinham comido vivo.
Há! E os Velhos eu duram que se farta, já começam a viver para lá dos oitenta, estricnina na sopa, é um ar que lhes deu, vão por mim.
 

 

terça-feira, 11 de junho de 2013

DE PASSO TROCADO

Pois é, não sei o que se passa comigo, ando sempre com o passo trocado, ontem saí de casa com destino a Elvas e quando dei por mim estava em Vila Verde, hoje não foi tão grave o engano, mas ainda assim reflecte os estragos que este pobre cérebro tem sofrido, quem julgue que só as falésias do nosso Litoral estão a sofrer a erosão, é porque ainda não viu bem o que a minha caixa dos pirolitos tem, sofrido.
Então foi assim: saí com destino á Capital, o que já não é admiração pois vou lá quase todas as semanas, mas normalmente na véspera faço como que o roteiro da volta que vou dar, não  no G.P.S. ou em papel, mas gravado nos miolos que ainda resistem á corrosão.

Hoje no roteiro tinha como destino a Feira da Ladra, pois Terça Feira é um dos dias da sua realização, mas quando ia no comboio, não sei se pelo efeito duma passageira que ia próximo de mim, e que falava pelos cotovelos e com o som no máximo, o meu cérebro que não suporta decibéis muito altos, disparou, perdi o roteiro, e tive que arranjar um outro, que me surgiu depois de recordar o nosso primeiro ministro Passos, então não é que o homem quer-me despedir por eu não ter as qualificações académicas que se coadunem com um Pais do primeiro Mundo como é o nosso? Então vou seguir o seu próprio exemplo que conseguiu o canudo com a bonita idade de 47 anos, (É certo que tenho alguns mais, mas isso não é impeditivo de melhorar) só faltava encontrar o caminho para a aprendizagem, e esse encontrei-o ali para os lados da Av. da Liberdade.

Ia eu a passar no Rossio, sem rumo, quando me veio a lembrança da Feira do Livro, espera, então não é com os livros que nos cultivamos? A resposta só pode ser sim, e eis-me a subir a  Av. da Liberdade com destino á Feira do Livro no Parque Eduardo VII, fui andando sempre com os olhos no Marquês, que também leu bastante para chegar onde chegou, e já com os bofes a saírem-me pela boca lá chego á tão desejada Feira do Livro, mas está tudo fechado? Então estes gajos não abrem os estaminés? São quase oito horas da manhã e tudo fechado, como é que o Pais não há-de estar na desgraça! Esta malta não quer tirar o cu da cama senão lá para o meio dia, assim não dá, é que o meu cérebro só funciona até aí pelas nove da manhã, depois dessa hora desliga, com o é que posso aprender alguma coisa se o Pias só funciona de tarde e noite?

Desci a Avenida, triste, como é de calcular, falhou a minha tentativa de me cultivar, bem mas ainda não está tudo perdido, pensei eu cá com os meus botões, também dizem que o Teatro Educa, e que é um poço de ensinamentos, então se é isso, vou ao Teatro, passo pelo Parque Mayer, só serve para estacionamento e eu não quero estacionar, desço mais uns degraus e vou até á Rua das Portas de Santo Antão, olho para o Politeama, está sem reclames, portanto já deve ter falido, nada, agora subo um degrau e estou na rua dos Condes, dum lado o Cinema e Teatro com este nome, que agora serve de Hard Rock Café, do outro lado o Odeon, a cair aos bocados, gaita hoje não é o meu dia vou mas é para casa, vou estudar na Internet, e aqui estou! Afinal quando a liguei a Internet li, que a Feira do Livro terminou ontem, mas que grande confusão vai nesta cabeça, desisto, já não quero estudar.
 
 

domingo, 9 de junho de 2013

PAÇO DE ARCOS

Mais uma volta por Paço de Arcos, e desta vez para ver e mostrar mais um pouco da degradação imobiliária (e não só) que grassa por todo o lado e aqui não é excepção, só que há lugares que nos dói mais, ver o estado a que isto chegou, e Paço de Arcos toca-me de perto, pois aqui vivi uma parte da minha vida, quiçá os melhores momentos, aqui tenho muitos Amigos, embora nos últimos anos por motivos profissionais e familiares andemos mais dispersos do que era desejável, mas como diz o outro, é a vida, e se não for antes lá nos encontraremos todos na terra da verdade.

O abandono por particulares aceita-se, muitas vezes há interesse imobiliários no abandono, mas em muitos casos é a falta daquilo com que se compram os melões para recuperar os imóveis, e nestes casos, é esperar que saia a sorte grande, ou que a coisa caia de madura, mas já na coisa pública aí fia mais fino, não tenho grandes dúvidas que é por incompetência que a grande maioria desses imóveis estão a cair, aqui em Paço de Arcos dois mamarrachos que já têm barbas, e que julgo saber pertencem ás Estradas de Portugal, num deles habitou um Cantoneiro e Família muitos anos, no outro falou-se que serviu como laboratório de manterias da falecida J.A.E., situados a dez metros uma da outra, e a cinco da Estrada Marginal, bonito postal ilustrado como se pode ver nas fotos.

Outro edifício que está á espera de cair com estrondo, este mesmo junto ao Palácio dos Arcos, que foi Escola Primária no primeiro piso em frente á Capela. No rés do chão onde trabalhei nos idos de 1969 e seguintes, era Papelaria, tabacaria e Bombas de Combustíveis do Campos Pereira, que nesta altura já tinha falecido, e era a Viúva a sua Gerente D. Lucrécia de seu nome Tia do Actor  José de Castro.
Salva-se nesta minha caminhada de observação o Palácio dos Arcos, recuperado e com Hotel construído recentemente nos seus jardins, ouve alguma resistência de vários moradores com receio de desvirtuar este Palácio (que alguns dizem ter dado o nome á Vila), mas no fim prevaleceu o bom senso e está bonito não só o Palácio como todo o recinto que lhe é adjacente.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

FERNANDO DACOSTA




Eis a história do recoveiro que se meteu a transportar ao lombo do jumento sacos de mercadoria a mais. Para mostrar eficácia aos mandantes, carregou-o sem prudência, não levando em conta as forças do jumento.
Ajoujado, este foi solavancando a sua triste sina de asno. A avidez do recoveiro não tinha, porém, limites: ao ver o jerico tropeçante, quase exangue, parou-o e, malvado, pôs-lhe um novo e pesado saco em cima. O pobre tremelicou. E só as infames chicotadas do brutamontes o fizeram mover, ziguezagueando, tropeçando, resfolegando. Uma dor de alma tamanha exploração – e estupidez, pois a dimensão do sacrifício iria acabar, via quem quisesse ver, por matar o transportador, ou seja o negócio.


Estranhamente, isso agradava aos referidos mandantes, que, amiúde, faziam divulgar, repetindo, intensificando, elogios à determinação e à coragem do seu capataz. Enquanto a vítima fenecia, o verdugo sorria.
De repente o bicho ajoelhou. O homem olhou-o apreensivo. Ao ver-se cercado de apupos violentos de populares, encolheu prudentemente a arrogância.
Nisto ouviu-se o toque do seu telemóvel. Quando ele o atendeu, distinguiu-se uma voz de estridências germanizadas.



O recoveiro hesitou. Depois, decidido, tirou o saco (o último) que colocara no dorso do jerico, que, ao sentir o alívio, logo se levantou e se pôs a caminhar, ligeiro, sem sentir que continuava a alombar com (toda) a carga inicial.
O saco suplementar fora apenas um truque, confirmou o homem rendido à perspicácia dos seus patrões alemães no lidar com os quatro patas do Sul da Europa.

Texto publicado ontem no Jornal i de ontem, da autoria de Fernando Dacosta, com fotografias minhas.


terça-feira, 4 de junho de 2013

HOJE VISITEI DUAS LISBOAS

Pois foi, tal como o título da mensagem diz, hoje duma penada caminhei e observei duas Lisboas, a Lisboa rica e faustosa, e a outra, a remediada, faltou-me a Lisboa pobre para compor o ramalhete, de qualquer modo já não foi nada mau em cerca de duas horas visitar estas duas.
Comecei a caminhar na Estação da C.P. de Santos, e como tinha sonhado durante a  noite que era rico, e naturalmente mesmo sem ter pensado nisso eis-me a caminho do fino Bairro da Lapa, quando dei por mim estava a subir a rua de São Domingos á Lapa rodeado de chalés, e a rua limpinha sem um papel, beata de tabaco, um cocó mesmo daqueles pequenos de lulus, nada, sem carros nos passeios um luxo, sem aquelas Tabernas ordinárias em que o pessoal cospe para o chão, peida-se á porta, e fala alto, nada, assim até dá gosto viver, pensei eu cá para os meus botões. 

Fui subindo e a certa altura olho para uma rua á minha esquerda e começo a ver mais Palacetes, daqueles de encher o olho, viro á esquerda e estou na  rua do Sacramento á Lapa, para observar mais de perto aquele luxo, mas quando me aproximo mais verifico que os tais Palacetes estão todos, ou quase  ocupados por Embaixadas e Consulados, ainda hesitei se deveria avançar, porque estes gajos são uns cagarolas do caraças e andam sempre a pensar em atentados e se me apanham de máquina fotográfica em punho, pensam que é alguma granada, e ainda me tomam por algum terrorista, e levo para aqui algum balázio, de qualquer modo não posso vir a Roma e não ver o Papa, e assim meio á socapa lá bati umas chapas mas pisguei-me dali o mais depressa que pude.

Virei então logo que me apareceu a primeira rua á direita, e que se chama Pau de Bandeira, novamente á direita e estou na Rua de S. Caetano, aquela onde se situa ao que julgo saber a residência dos Primeiros Ministros cá do rectângulo, e estou nas traseira das Embaixadas, ou seja na rua da frente tenho a nobreza a riqueza e quem sabe a soberba, nas traseiras temos os remediados, pelo estilo das casas não será propriamente um daqueles Bairros mais pobres, diria da classe média, hoje falida, ou melhor espoliada, e aqui observo então o que se passará na cabeça destes Autarcas de meia tigela que têm governado a nossa Capital, como se pode ver, nesta  rua em Calçada Portuguesa, toda remendada com betão, o gajo que autorizou uma barbaridade destas devia ir fazer companhia aqueles Vips que estão a «estagiar» na Carregueira.
 
Já tinha reparado que havia dois pesos e duas medidas no que á governação de Lisboa diz respeito, mas hoje perdi as poucas dúvidas que ainda tinha, como é possível um Bairro onde a limpeza e conservação deste, seja duma maneira, e na rua seguinte o seu contrário? será por subserviência aos poderes do dinheiro? serão os nossos políticos engraxadores compulsivos? não sei responder ás razões que levam a haver estas diferenças de tratamento entre Portugueses, só sei o que vi.
Entretanto deixando de lado estas considerações que até podem ser injustas, vão ver que até são os moradores  da Lapa que limpam as ruas reparam as calçadas e quiçá até são eles próprios que tratam a água que bebem, e o esgoto que produzem! Mas deixando isto para outras guerras, segui depois até á Estrela em cujo Jardim da Basílica fotografei esta linda Estátua dum Camponês e Esposa, no mesmo local um bebedouro sem água, (o costume por esta Lisboa, Menina e Moça) passei próximo do Marquês de Pombal mas já levava os pés a pedir para parar e não fui lá cumprimenta-lo, desci a Av. da Liberdade a Baixa, Cais do Sodré, e caselas que se faz tarde.



domingo, 2 de junho de 2013

EM VILA VERDE DOS FRANCOS

Enfim, o Verão chegou o que cá para o rapaz vem mesmo  a calhar, os dias nunca mais acabam, amanhece cedo e anoitece tarde o que por exemplo no caso do dia de hoje, deu-me um grande jeito, de manhã uma caminhada pela zona de Caxias, agora á tarde aqui por Vila Verde e ainda a noite vem longe, como não gosto de estar fechado, e a minha casa assemelha-se a uma gaiola (habituado a vistas largas é o que dá) estou a preparar-me para dar mais uam volta por aí.


O meu companheiro de caminhadas aqui na Terra também foi arejar para fora daqui, e como desconheço a hora que regressa vou fazer-me á «estrada» ou melhor aos campos e vou até ás ruínas do Castelo, hoje trouxe a Patroa, e homem com Mulher á perna é fogo, só falta mandar-me embora! Como raramente vem, e sobra cá para o rapaz ir limpando e reparando, quando vem põe defeitos em tudo o que fiz, ainda agora me acusou de não ter habilidade para limpezas, vejam só por ter dado cabo duma toalha de banho com lixívia, se isso também não acontecesse com as Mulheres, elas não compreendem que nós não nascemos com esse dom das limpezas, somos mais para uns petiscos uns caracóis e umas cervejolas, em especial nestes dias de calor.



Depois é com o computador! Não largas essa porcaria, e eu aqui farta de trabalhar, e tu agarrado a essa m...da! Isto já é demais, então estou aqui sossegado sem fazer mal a uma mosca e levo com cada ataque que só visto, e se não lhe dou corda ainda é pior, fala e ralha sozinha, aquilo já deve ser  o Dr. Alzheimer a falar por ela, mas deixa estar que eu já vou dar mais uma curva, na rua não a oiço.
Andei a fazer umas fotos que aqui mostro; a nova Escola está na fase dos muros, aquilo parecem mais muros para prisão que para uma Escola tal a altura que atingiram, mas deve ser para os Alunos não fugirem, acho que fazem bem, se no meu tempo tivessem muros desta altura hoje seria doutor, assim Professora e Alunos passavam o tempo a procurar-me, parecia uma procissão quando saiam da Escola em fila para me procurar, e eu junto á casa do Dimas a apreciar o filme.

Podem ver também o célebre "Penedo dos Ovos" com um Moinho de cada lado a fazer-lhe «guarda de honra» embora num ponto mais elevado, também as ruínas do Castelo, e outras fotos tiradas junto aos Moinhos do Albino e do meu Parente «Zé da Rosa, e agora vou dar o fora que já ouço panelas a bater.