Apesar dos sustos que já apanhei relacionados com a falta de saúde da «Patrôa» a coisa desta vez atrapalhou-me mais que das anteriores, embora aparentemente não tenha deixado sequelas, mas é daqueles avisos que não podemos ignorar, ando apreensivo sobre o que o futuro nos reserva em termos de saúde, de tal maneira que até vou esquecendo os «murros no estômago» que o governo me vai presenteando, e assim sendo a falta de motivação instalou-se no que respeita ao blog, ( o que diga-se já não é de agora).
Apesar da falta de assunto que valha a pena aqui colocar, hoje vou dar aqui nota dum Bairro de Lisboa que visitei á dias. Recebi do Amigo Valdemar Alves que labuta na terra dos Cangurus, na longínqua Austrália um vídeo que mostrava este bairro que pela sua originalidade fui visitar aproveitando a ultima caminhada que fiz pela Capital, trata-se do Bairro Estrela de Ouro que fica no Bairro da Graça em Lisboa.
Foi este Bairro construído por um Cidadão Galego nos idos de 1908 e terminado no ano seguinte para os Operários deste Homem, Proprietário de uma fabrica de confeitaria, as casas encontram~se bem conservadas, desconheço se ainda pertencem á Família do falecido Agapito, se terão sido vendidas aos Habitantes das mesmas. ou se a Câmara se tornou sua proprietária.
Há quem diga que o Proprietário que as mandou construir foi para ter o Pessoas disponível 24 horas por dia, e que as terão pago com língua de palmo, outros dirão da bondade do Homem aos evitar deslocações ao seu Pessoal, por mim que não sou mal agradecido direi que foi um gesto bonito, que gostava de ver repetido nos dias de hoje pelos grandes Proprietários que há por cá, mas parece-me que estes só coçam para dentro.
Bairro Estrela d'Ouro
Origem: Wikipédia, a
enciclopédia livre.
O Bairro Estrela d'Ouro é uma vila
operárialisboeta
localizada na freguesia da Graça,
entre o n.º 22 da rua da
Graça e o n.º 14 da rua
da Senhora do Monte.
Foi projectado, em 1907,
pelo arquitecto Norte Júnior por encomenda de Agapito
Serra Fernandes, industrial de confeitaria,
de origem galega,
para alojamento dos trabalhadores. A construção ficou concluída em 1909.
A vivenda Rosalina, moradia do antigo proprietário, com capela privada, lago
e jardim, situa-se no centro do bairro. No topo norte do bairro, os restantes
edifícios de rés-do-chão
e primeiro andar, com galeria e escada exteriores, distribuem-se, em planta, em
forma de U em torno de arruamentos particulares com nomes de familiares do
proprietário. No total, o bairro conta com 120 fogos, de pequenas dimensões.
O antigo Royal Cine, na rua da Graça, fazia também parte do
empreendimento.
Curiosidades
A estrela relacionada com o nome do bairro é motivo recorrente, reproduzido
nas pedras dos passeios, no ferro forjado das galerias ou nos painéis de
azulejos à entrada e no interior do bairro.
As ruas do bairro têm nomes de familiares de Agapito Serra Fernandes: Josefa
Maria, Virgínia e Rosalina.
No Royal Cine foi projectado o primeiro filme
sonoro em Portugal.
Foram amargas as amêndoas desta Páscoa, aliás não fora o facto de neste mesmo mês ter acontecido a Revolução do 25, data que não renego nem que a vaca tussa, (apesar dos ladrões e oportunistas que pariu), e já teria banido do meu calendário este Mês.
A 9 de Abril de 2000, foi o acidente Rodoviário que deixou marcas na minha Mulher para sempre, aliás ainda em Dezembro passado foi operada a sequelas desse acidente, ainda anda em recuperação dessa cirurgia, e dia 8 deste ano da graça de 2012, para os Católicos Domingo de Páscoa, chega-lhe de mansinho um Enfarto do Miocárdio e com acompanhamento privilegiado de um A.V.C. esteve internada até ontem á tarde, aparentemente sem sequelas visíveis, hoje voltou ao Hospital para lhe retirarem o aparelho que trouxe com ela, e de regresso a casa com noticias animadoras, com os cuidados necessários em casos destes mais adieta e medicação prescrita, e já podemos respirar de alivio.
Faz hoje quarenta e sete anos, é Sábado de Aleluia e o dia nasceu chuvoso, aliás toda a semana assim tinha acontecido chuva e mais chuva, mas o destino estava traçado e nem a chuva o iria impedir de ser cumprido, estava dado como «ausente» na Escola de Fuzileiros há já alguns dias, mas lá comia e dormia, a comida na cozinha a troco de alguns serviços prestados nesta, dormia na caserna como se nada tivesse acontecido, tinha sido dias antes expulso da Escola de Fuzileiros, após vários cartões amarelos e dois vermelhos, com guia de marcha para o Alfeite, quando o autocarro Militar onde eu seguia com destino ao Alfeite parou junto á porta de Armas da Escola, cavei dali para fora ocultando-me na Mata da Machada que fica paredes meias com a Escola de Fuzileiros até ao anoitecer, daí em diante foi traçar o plano de fuga até França ou entregar-me e ir para a prisão, escolhi a segunda hipótese.
Combinei com dois Amigos de Palhais, o Hugo e o Carlos Bento ambos Civis e traçámos o itinerário que nos levaria até a Fronteira de Espanha num mapa de Portugal de uma agenda de bolso e iríamos sair por sugestão do Carlos que era o mais estudado dos três, em Marvão.
Neste Sábado de Aleluia dormi como de costume na Escola, tomei o café e o almoço na cozinha como vinha acontecendo nos últimos dias, saí de salto ( como não podia deixar de acontecer) junto ao Refeitório com a farda de serviço, segui até á «praia» de Palhais e daqui rua acima até á casa da namorada onde vesti a roupa civil, e por ali estive a fazer horas para a partida, fui encontrar-me com o Carlos que morava na rua Principal mesmo em frente á Sociedade Local, e aí foi a primeira surpresa, o Hugo «roeu a corda» e não vai, paciência, vamos os dois, na minha situação até ia sózinho, mais dois dias e era desertor perante a Lei, e aí ninguém me livrava do Forte de Elvas de má memória.
Estivemos o resto do dia por Palhais, havia baile na Sociedade local, aí estivemos até cerca das vinte e três horas, uma Sobrinha do Tenente Carlos Oliveira, o segundo responsável (o primeiro fui eu) da situação criada e sem saída, tinha ouvido que eu queria fazer a folha ao Tio, e pedia-me por tudo para que eu nada fizesse contra o ele, sosseguei-a como pude dizendo-lhe que tinha sido transferido para outra Unidade e portanto seria o meu último dia por ali, lá partimos estes dois doidos a pé, por estradas desconhecidas com a tal agenda servindo de G.P.S., sempre na berma e quando se aproximava um carro escondi-amo-nos, (felizmente que naquele tempo os carros eram raros) isto por receio que fosse algum carro da Marinha ou da Policia pois nesta altura receava que tivessem dado o alerta da minha fuga. E a chuva que não parava, o dinheiro que levávamos era muito pouco e fomos forçados a uma dieta rigorosa, caminhávamos mais á noite, de dia descansávamos como podíamos sempre á procura dum abrigo contra a intempérie.
Passámos por Vendas Novas, Montemor-o-Novo, Évora, Vila Viçosa, Borba, Vila Boim e Elvas, aqui chegados ao fim de cinco dias de caminhada pôs-se o problema., vamos para Marvão, ou arriscamos e vamos para o Caia e poupamos uns quilómetros valentes? votámos Caia, avançámos já noite, a chuva cada vez com mais intensidade, molhados até aos ossos encostados a oliveiras, esperámos o nascer do dia para ver onde podíamos passar para Espanha sem sermos apanhados, o Rio levava um caudal de meter respeito, sabemos nadar mas não vamos arriscar pois não vamos conseguir passar, a corrente é muita, aproximámo-nos da estrada, passa um Rapaz numa motorizada que nos vê, passados dois minutos temos a P.I.D.E. junto de nós, rende-mo-nos, perdemos esta guerra, somo levados para o Posto, ouvimos perfeitamente que alguém estava a enfardar, olha-mo-nos e abanamos a cabeça em sinal que a seguir era a nossa vez de apanhar, estava a chegar a nossa hora, estes gajos não perdoam nem á família deles.
Mas não, é um alivio para já, somos identificados, eu não digo que sou Marinheiro aparentemente também não desconfiam, tenho dezanove anos, portanto ainda não tenho idade de estar na Tropa, somo levados para o Posto da P.I.D.E. em Elvas num Citroen dois cavalos, dois agentes no banco da frente, sinal que não receiam nada de nós, vamos calados, chegá-dos ao Posto vão arranjar um bife com batatas fritas para comermos, não estava a correr mal não senhor, acabados de dar ao serrote, separam-nos, (separação essa que vai durar cerca de trinta e cinco anos), de manhã, um novo PIDE (mas velho de idade) abre a cela onde eu estava, e dispara: então o Menino é tropa! não disse que sim nem que não, fiquei a olhar para o gajo, que acto continuo me dispara um bilhete postal que até abanei, mete-me novamente na cela, e por ali estive a pensar no iria ser a minha vida daí para a frente, só pensava no Forte de Elvas, agora como já estou aqui na Cidade e como já descobriram que sou Tropa, se calhar até já vou direitinho para lá, onde eu me fui meter, grande merda esta que agora estou nas mãos deles, e embora já perito em fugas daqui não vou sair, bem olhava a ver se havia algum possibilidade mas qual quê nem uma janela tinha, e a porta era intransponível, só me resta aguardar.
Horas depois outro P.I.D.E. abre a porta e manda-me sair, estou lixado lá vou eu carregar barris de água para o Forte, não! ainda não era desta, meteram-me num carro Militar e foram levar-me a um Quartel lá na Cidade; Batalhão de Caçadores 8, foi uma festa, os poucos Militares que estavam presos mais os que passavam por lá para cumprimentar e dar tabaco ao Marinheiro «uma ave rara por aqui» não fora o facto de estar preso diria que aquilo já parecia um daqueles Resorts de Cabo Verde frequentado pelo Dias Loureiro e seus pares, foram cinco dias em que nada faltava, o único problema era o futuro, o que me iria acontecer quando a Marinha me viesse buscar, ou iria daqui para o Forte? a espera acabou, ao quinto dia apareceram dois Marinheiros, um com esse posto e um Cabo, ambos já com comissões feitas no Ultramar com cara de poucos amigos, cada um de Pistola á cintura e um par de algemas, estou tramando não me digam que estes me vão algemar? não foram, o Marinheiro era meu conhecido, fez-me prometer que não ia tentar fugir, o que diga-se era praticamente impossível, embora ainda me tenha passado pela cabeça, quando fui á casa de banho no comboio.
Um carro da Unidade Militar foi-nos levar á Estação do Caminho de Ferro, e daqui seguimos até Santa Apolónia, num percurso de várias horas, daqui a pé até á doca da Marinha, e deste local na Vedeta da Marinha até ao Alfeite, aqui chegá-dos novamente sou engaiolado, aqui conheço entre outros o «famoso» G3, aquilo era o fim do mundo, uma sala grande com colchões no chão alguns quarenta Homens juntos, brigas a toda a hora, do piorio, um gajo que fosse fracote estava feito, enfim ao fim de uns dias um Rapaz da minha Incorporação ex-Aluno da Fragata D. Fernando, que ia ser expulso, e por conseguinte tinha que fazer o espólio da farda Militar, pede-me a minha roupa civil, que no dia seguinte ma vinha trazer, até hoje! Entretanto também eu levo o mesmo caminho, e quero roupa civil, mas o sacana do «Fragata» levou-a, vou ter que fazer chegar á minha Mãe a noticia que eu não queria dar, para ela me vir trazer roupa, vou-lhe dar um grande desgosto, mas não tenho solução, dinheiro para comprar outra não tenho, e não posso levar a roupa que é da Marinha, faço chegar o recado via telefone, e no dia seguinte tenho a minha Mãe no parlatório a entregar-me a roupa, e chorando copiosamente. Foi duro, para ela, e para mim, muito duro, foi o culminar duma aventura que estava condenada ao fracasso logo á nascença.
O REENCONTRO 35 ANOS DEPOIS
Passada a tempestade, e cerca de dois anos depois desta desventura, e outras que se lhe seguiram não menos dolorosas, volto a Palhais, para rever a ex-namorada de quem me esqueci de despedir, e reencontrar os meus Amigos, Hugo o arrependido de última hora, e o Companheiro de aventura Carlos, a primeira foi um ar que lhe deu, diz-me a Família que estava com uma Avó, ao segundo também não pus a vista em cima, e ao Carlos também não, diz-me a Mãe que trabalhava e morava em Sines, fiquei na dúvida se estava realmente em Sines, ou se ela estaria a pensar que eu o vinha desafiar para nova «viagem», e á cautela não me forneceu mais dados.
Passaram mais trinta e tal anos e um dia sou procurado na minha Terra pelo Carlos, claro que eu não estava lá mas indicaram-lhe a morada da minha Mãe, contacto estabelecido, e o primeiro encontro marcado que aconteceu aqui em casa em Porto Salvo, temo-nos mantido em contacto, junta-mo-nos de vez em quando, ele quase sempre no Estrangeiro a trabalhar, agora com alguns problemas de saúde a apoquentá-lo, o Hugo já se foi, e eu também irei um dia destes, não que tenha pressa, mas estou na linha de partida como é natural e basta um pequeno empurrão e lá vai ele.
Isto que aqui fica escrito só tem sentido olhando para a época do acontecimento, onde sair do País mesmo legal era um caso dos trabalhos, para além das Policias normais, havia a famigerada P.I.D.E. com os seus lacaios informadores, mais os Legionários, etc. toda esta gente dispersa pelas Fronteiras.
Era um País onde dar um passo em falso era a morte do «artista». Só tendo passado por esse período negro da nossa História compreenderá esta aventura.
Não tenho nem nunca tive dúvidas que o tal rapaz que nos denunciou, era um bufo! mais um num Pais de bufos, fica o agradecimento aos Alentejanos que nos viram e apoiaram nomeadamente numa Pedreira em Vila Viçosa e os Trabalhadores Agrícolas numa Quinta já no Caia, e não nos denunciaram.
Há cerca de duas semanas escrevi aqui sobre a Procissão do Senhor dos Passos na minha Terra, hoje fui acompanhar a minha Vizinha Preciosa á sua última morada e informaram-me que havia nova Procissão desta vez com o regresso a casa do Senhor dos Passos, que tem estado desde o dia da última Procissão na Igreja Matriz, sendo que a sua casa é a Igreja com o seu nome.
Estava para regressar mais cedo a Porto Salvo, mas quis assistir á passagem da Procissão desta vez á minha porta, lá fui arranjar umas velas que afinal não foram necessárias pois a Procissão foi de dia, assisti à sua passagem e regressei para junto da Família, pois estava cá sozinho.
Como não há muito para dizer sobre a Procissão, a não ser que correu tudo dentro do previsto,. estava-se com receio que viesse uma chuvada e a Procissão não se pudesse realizar, para não danificar a Imagem e as vestes do Senhor dos Passos mas a chuva anda arredia cá da Terra, e nem ameaços.
Socorri-me da Wikipédia e a seguir mostro um resumo do que é a Semana Santa para os Católicos, pois cá o Rapaz não tem conhecimentos sobre as regras Cristãs na Quadra Pascal. Com votos de Feliz Páscoa para todos os Leitores/As e Famílias.
Os dias da Semana Santa
Domingo de Ramos
O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém.
Jesus é recebido em Jerusalém como um rei, mas os mesmos que o receberam com festa o condenaram à morte. Jesus é recebido com ramos de palmeiras. Nesse dia, são comuns procissões em que os fiéis levam consigo ramos de oliveira ou palmeira, o que originou o nome da celebração. Segundo os evangelhos, Jesus foi para Jerusalém para celebrar a Páscoa Judaica com os discípulos e entrou na cidade como um rei, mas sentado num jumentinho - o simbolo da humildade - e foi aclamado pela população como o Messias, o rei de Israel. A multidão o aclamava: "Hosana ao Filho de Davi!" Isto aconteceu alguns dias antes da sua Paixão, Morte e Ressurreição. A Páscoa Cristã celebra então a Ressurreição de Jesus Cristo.
Segunda-Feira Santa
É o segundo dia que vem depois de Domingo de Ramos.
Terça-Feira Santa
É o terceiro dia da Semana Santa, onde são celebradas as Sete dores de Nossa Senhora Virgem Maria. E muito comum também por ser o dia de penitência no qual os cristãos cumprem promessas de vários tipos.
Quarta-Feira Santa
É o quarto dia da Semana Santa. Em algumas igrejas celebra-se neste dia a piedosa procissão do encontro de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores. Ainda há igrejas que neste dia celebram o Ofício das Trevas, lembrando que o mundo já está em trevas devido à proximidade da Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Quinta-Feira da Ceia
É o quinto dia da Semana Santa e na manhã deste dia, nas catedrais das dioceses, o bispo se reúne com o seu clero para celebrar a Celebração do Crisma, na qual são abençoados os óleos que serão usados na administração dos sacramentos do Baptismo, Crisma e Unção dos Enfermo Com essa celebração se encerra a Quaresma.
Neste mesmo dia, à noite, são relembrados os três gestos de Jesus durante a Última Ceia: a Instituição da Eucaristia, o exemplo do Lava-pés com a instituição do mandamento novo e a instituição do sacerdócio. É neste momento que Judas Iscariotes sai para entregar Jesus por trinta moedas de prata. E é nesta noite em que Jesus é preso, interrogado e, no amanhecer da sexta-feira, açoitado e condenado.
A igreja fica em vigília ao Santíssimo, relembrando os sofrimentos de Jesus, que tiveram início nesta noite. A igreja já se reveste de luto e tristeza, desnudando os altares (quando são retirados todos os enfeites, toalhas, flores e velas), tudo para simbolizar que Jesus já está preso e consciente do que vai acontecer. Também cobrem-se todas as imagens existentes no templo.
Sexta-Feira Santa ou Sexta-Feira da Paixão
É quando a Igreja recorda a Morte do Salvador. É celebrada a Solene Acção LitúrgicaPaixão e Adoração da Cruz. A recordação da morte do Senhor consiste em quatro momentos: A Liturgia da Palavra, Oração Universal, Adoração da Cruz e Rito da Comunhão. Presidida por presbítero ou bispo, os paramentos para a celebração são de cor vermelha.
Sábado Santo ou Sábado de Aleluia
É o dia da espera. Os cristãos junto ao sepulcro de Jesus aguardam sua ressurreição. No final deste dia é celebrada a Solene Vigília Pascal, a mãe de todas as vigílias, como disse Santo Agostinho, que se inicia com a Bênção do Fogo Novo e também do Círio Pascal; proclama-se a Páscoa através do canto do Exultet e faz-se a leitura de 8 passagens da Bíblia (4 leituras e 4 salmos percorrendo-se toda história da salvação, desde Adão até o relato dos primeiros cristãos. Entoa-se o Glória e o Aleluia, que foram omitidos durante todo o período quaresmal. Há também o baptismo daqueles adultos que se prepararam durante toda a quaresma. A celebração se encerra com a Liturgia Eucarística, o ápice de todas as Missas.
Domingo de Páscoa
É o dia mais importante para a fé Cristã, pois Jesus vence a morte para mostrar o valor da vida. Esse dia é estendido por mais 50 dias até o Domingo de Pentecostes.
Nota final:
Fui surpreendido ao querer colocar mais fotos nesta mensagem pelo Google que quer vender espaço para podermos colocar mais fotos que aquelas que aqui coloquei, só me faltava esta destes gajos também quererem mamar, já não chegam o governo a sacar até ao tutano o pobre do Zé, agora estes também estão a seguir o exemplo, como as fotografias são parte importante nas mensagens que aqui tenho colocado, muito provavelmente vou ter que dizer adeus aos blogs., dinheiro é que não lhes dou nem que a vaca tussa, cambada de gulosos, deitam-nos o isco dos blogs quase só faltava enfiar-nos blogs pela goela abaixo e agora querem mama, vão mamar para outra freguesia.
Ontem fui fazer mais uma caminhada por Lisboa, e como estamos na Semana Santa vou fechar os olhos ao que está mal, e só vou relatar algo que esteja bem, apeei-me em Santos, fui subindo pela Av. D. Carlos até ao Palácio de São Bento, daqui subi ainda mais até á Basílica da Estrela, atravessei o Jardim em frente á Basílica onde fotografei a Estátua de Antero de Quental, embora colocada num buraco, penso estar bem enquadrada nesse local, mais uma estátua de um Trabalhador Agrícola, com o senão de ter ao seu lado um letreiro a avisar para não pisarem o canteiro, se isto fosse um Pais civilizado era escusado este aviso mas enfim somos o que somos e não há nada a fazer.
Daqui segui direito ao Largo do Rato Av. da Liberdade, Rossio, desci até á Sé e Igreja de Santo António que fica paredes meias com este Monumento, tirei mais umas fotos e regresso ao Cais do Sodré, antes ainda passei junto á Doca da Marinha, e surpresa, em vez das velhas Vedetas que nos transportavam para o Alfeite, vejo um luxuoso Paquete atracado aqui, estava até longe de saber que tínhamos profundidade aqui na Doca para estes «Monstros dos Mares» mas que ele lá estava isso posso afirmar e a prova está nas fotos que mostro, estou eu e estão os meus Camaradas de outros tempos a pensar, se no nosso tempo houvesse disto, ainda hoje lá estávamos, agora é desejar boas viagens aos actuais Marinheiros, que nós cá vamos navegando noutras águas menos profundas.
Como estamos na Semana Santa, a seguir mostro uma pequena resenha da
História da Sé de Lisboa
A Sé de Lisboa foi construída no local de uma antiga mesquita, para o primeiro bispo de Lisboa, o cruzado inglês Gilbert de Hastings.
Os três terramotos que a devastaram no século XV, bem como o de 1755, foram bastante inclementes para com a Matriz de Lisboa, dedicada a Santa Maria Maior, que sofreu danos e foi sendo renovada ao longo dos séculos.
Pia Baptismal onde foi
Baptizado Santo António.
Construída, ao que tudo indica, sobre a antiga mesquita muçulmana, o primeiro impulso edificador da Sé de Lisboa deu-se entre 1147, data da Reconquista da cidade, e os primeiros anos do século XIII, projecto em que se adoptou um esquema idêntico ao da Sé de Coimbra, com três naves, trifório sobre as naves laterais, transepto saliente e cabeceira tripartida.
Nos séculos seguintes deram-se as transformações mais marcantes, com a construção da Capela de Bartolomeu Joanes, do lado Norte da entrada principal, o claustro dionisino, que apesar da sua planta irregular se inclui na tipologia de claustros góticos portugueses e, especialmente, a nova cabeceira com deambulatório, mandada construir por D. Afonso IV para seu panteão familiar.
Há quase uma semana que não apareço por aqui, primeiro porque a produção de neurónios fraquejou, espero que não tenha fechado a fábrica, por falência ou outra razão qualquer, depois outra razão forte aconteceu para esta ausência que contarei a seguir,
Antes repito que não ponho os pés num avião, nem mesmo com ele parado, a não ser que não tenha os motores ou reactores instalados., sem esses adornos ainda posso pensar em entrar num, de resto não, o mesmo se passa em relação a Navios, quando muito numa travessia Lisboa - Barreiro ou Cacilhas, sair a Barra está fora de questão, dito isto vou utilizar uma frase de Marcelo Rebelo de Sousa, «nunca digas nunca» pois é fui fazer uma viagem a Nashville e de Avião.
Tinha este sonho de visitar esta Cidade conhecida como "Cidade da Música" aliás já tinha afirmado que só entraria num avião se fosse para visitar esta Terra, agora isso aconteceu inesperadamente, saiu-me o Euro-milhões e de posse dumas massas valentes a primeira coisa que me ocorreu para começar a estoirá-la foi esta viagem, fui então tratar das burocracias para entrar na Terra do Tio Sam, pedi boleia ao meu Amigo Rui dos Aviões para me dar apoio moral nesta temerária aventura, e eis-me a caminho de Nashville, emborquei uns quantos comprimidos e dormi como um justo todo o tempo que durou a viagem, acordei já fora do Avião a caminho do grande parque em homenagem á Musica Country, o Opryland, não sei como ali fui parar pois não recordo nada da viagem nem com me fizeram sair do Avião, se saí pelo meu pé, empurrado pelas escadas abaixo, ou doutra maneira qualquer.
Bem mas o que interessa é que estava na «casa da Música» agora restava-me ir tentar encontrar os meus Ídolos: Patsy Cline, Jim Reeves, Hank Williams, John Cash, Bill Monroe, Roy Orbison, Waylon Jennings, ou Willie Nelson, mas sou informado por um «Camone» que falava mal Português que estes já tinham todos batido as botas, excepto o «Tio Willie Nelson» mas que este andava em digressão, e o mais certo era estar a curtir algum charro nalgum recanto da sua auto-caravana, desanimado com estas noticias ainda me abalancei a visitar o Grand Ole Opry, onde actuavam o «Velho» Roy Clark que com a sua proveta idade de 80 anos deu ali uma aula de como se toca guitarra e banjo, ao seu lado a Canadiana K.D. Lang, e o seu Amigo Kris Kristoferson, foi bonito o espectaculo.
Despedi-me de Nashville dirigi-me á vizinha Cidade de Memphis, para ver uma actuação do Rei: Elvis Presley, uma das melhores vozes que ouvi, qual quê dizem-me que o Homem também já morreu, estou com azar, então agora que resolvi finalmente andar de Avião, encontro tudo cadáver? já percebi, acabei de acordar e isto foi tudo um sonho, resta-me a consolação do Avião não se ter despenhado por esse Atlântico e ter chegado são e salvo a Porto Salvo, apesar de tudo foi uma viagem sem incidentes, e para treino não foi nada mau, agora só falta mesmo o Euro-Milhões e estou pronto para a viagem.