domingo, 26 de fevereiro de 2012

Caminhando e «Observando»

Hoje fui fazer a rodagem á nova máquina fotográfica que tantas dores de cabeça me deu para a receber, já antes de ontem tinha tirado algumas fotos que coloquei na mensagem desse dia quando falei da tortura que foi este negócio, mas como «burro velho não aprende línguas» tenho que batalhar muito para ver se consigo perceber o funcionamento desta geringonça, mas numa primeira análise, direi que afinal o mal não estava na outra máquina mas no fotógrafo.

Saí de Paço de Arcos e fui caminhando e «Observando» até junto do Farol da Gibalta em Caxias, isto aos Domingos de manhã é uma maravilha., faz lembrar os finais dos anos 60 quando para aqui vim morar, até posso atravessar a Estrada Marginal fora das passadeiras, pois carros só de longe a longe., foi o que fiz para passar para o lado do Rio, passadeiras para Peões só junto á Estação da C.P. em Caxias, vim de regresso junto ao Tejo até á Praia de Paço de Arcos, fotografando aqui e ali, para depois no computador verificar se de facto fiz uma boa compra, depois de verificar todas as fotos que tirei,  não ganhei grande coisa com o negócio, a não ser no Zoom, aí a coisa fia mais fino, a que utilizo normalmente tem 15X  e esta 36X,  e de facto para longas distâncias é muito boa..

Nesta caminhada tenho a assinalar algumas coisas que Observei na minha Terra de adopção: Paço de Arcos, a primeira é  que  continuo sem perceber a razão daqueles dois mamarracho a cair de maduros junto á Marginal,  a antiga casa do Cantoneiro, e a outra da também da J.A E. não haverá uma alma que deite aquilo abaixo? a Câmara não consegue fazer valer a lei e demolir aquilo?

Outra situação é o Quartel Militar, que ocupa uma grande área dentro da Vila., em tempos moravam lá Militares em vivendas frente á Direcção  de  Faróis, essas casas estão ao abandono e a cair aos bocados, não há máquinas na Tropa para demolir aquilo? sempre ficava o terreno com melhor aspecto que se assistir á agonia das casas a cair um tijolo hoje, uma telha amanhã,  uma empena no outro dia, enfim razões que a razão desconhece, mantêm o Pais nesta tristeza de ver os bens Públicos a cair aos bocados.

Por falar na Direcção de Faróis, aqui ainda há movimento, coisa rara nos dias de hoje, ainda há trabalho para algumas Pessoas, mas pelo que «Observei» embora esta Direcção pertença á Marinha de Guerra, «Observei» que a segurança destas instalações é feita por uma empresa privada, então como é! até a Tropa já é guardada por privados? há tempos foi noticia que uma empresa de segurança privada fazia a segurança do quartel da G.N.R. de Armação de Pera, agora é a Marinha a ser «guardada» por privados, mas está tudo doido? então os Militares vão daqui para todo o Mundo supostamente para proteger Pessoa e bens, e cá  no «rectângulo» não consegue guardar a sua própria casa? estamos bem entregues. Tenho uma divida de gratidão para com os Militares, que não vou conseguir pagar, deram-me a Liberdade de poder estar hoje aqui a dizer as maiores barbaridades sem receio de ser preso, mas a verdade acima de tudo, e tenho a impressão que alguns Militares estão a seguir o caminho dos políticos de meia tigela que nos estão a pôr a pão e água, e não se estão a dar ao respeito, um Militar que se prese não pode estar numa instalação Militar guardada  por Civis, tenho dito.









sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Atenção Incautos! Eu Caí

História sem interesse, serve apenas para alertar os eventuais interessados em compras pela Internet.
Há uns meses comprei uma máquina fotográfica razoável para um amador como eu, acontece que nunca consegui entender-me com ela, nem ela comigo, assim chegámos a um acordo de Cavalheiros, e despachei-a em grande velocidade para a Filha (espero que esta não me venha a processar por venda de produto defeituoso ou de má fé) e abalancei-me a adquirir uma pela Internet, coisa que nunca tinha feito antes, a escolha coube na PIXmania, por ser o preço mais convidativo, do artigo em questão.

Assim no dia seis deste Mês de Fevereiro, do ano da graça de 2012, agarrei-me ao teclado, preenchi o formulário da empresa, que me forneceu a referência multibanco que paguei na hora, no valor estava a máquina propriamente dita, mais o transporte, este em entrega «Expresso», que a empresa indicava seria entregue em 24/48 horas.
Fiquei á espera da entrega passou dois três e quatro dias, e nada, envio E-mail a perguntar o que se passava, e nada, envio segundo, e dois dias depois vem uma resposta: para enviar prova do pagamento, assim fiz na hora, passaram mais dias e nada, mais E-mail, mais dois dias de espera, e a resposta é: não tem a morada.


Consulto a página onde está o histórico da encomenda e lá está a morada, que não era a da minha habitação, mas o Quiosque aqui próximo, para mais facilmente ser entregue a encomenda, passam mais dias e nada, mais E-mail e mais resposta que não tem morada, eu já á beira dum ataque de nervos escrevo a morada do Quiosque, e a da minha da habitação, no dia seguinte vejo no site que finalmente a encomenda está para chegar, foi entregue á distribuidora UPS, vou ao site desta e vejo todo o percurso da bendita máquina, que partiu de França dia 20-2, (pasme-se, paguei a dia 6 andaram a dar-me musica duas semanas, enquanto a máquina anda a passear pelos Campos Elisíos), daqui passa pela Alemanha donde parte dia 21, chega á Maia -Porto ainda nesse dia 21, partiu daí para Lisboa onde chega ainda neste dia, finalmente penso eu, já está perto.

No site da UPS diz que vai ser entregue dia 22 até ao fim do dia, porreiro, ainda não há três semanas e já vou ter máquina para bater umas chapas, fico de prevenção e vou olhando para o site a ver se há alguma alteração de última hora, e então não é que há mesmo? a entrega passa para o dia seguinte, razões? a morada não tem nome de rua, porra que isto já é demais, o problema agora é insolúvel, é que a morada não tem  mesmo nome de rua, e agora é tarde para ir baptizá-la, moro aqui á trinta anos, e ainda não foi baptizada, mas nunca houve problemas, pela indicação da morada fornecida pelos C.T.T., nunca ficou uma  encomenda por entregar e os gajos até têm o meu telemóvel, porque não me ligam? chega o meu Filho mais velho, que se agarra ao telefone, e vai disparando em quem lhe aparece do outro lado da linha, primeiro na PIXmania, a quem paguei, e de seguida ao distribuidor, que se desculpou, dizendo que como não tinha nome de rua, pensaram que era engano, e assim em vez de tentarem desfazer esse possível engano, nem sequer saíram do armazém para fazer a entrega. Finalmente recebi a máquina., mas não caio noutra, filhos da mãe.

Como se pode ver num documento que me foi enviado pela Pixmania, até no nome da transportadora me enganaram, disseram que seria a Seur, e quem entregou a encomenda foi a UPS, espero que me devolvam o que paguei a mais pelo transporte Expresso, porque afinal a máquina veio a pé desde França, e mesmo assim chegou depressa, pois só de lá partiu 15 dias depois de eu a ter pago, não ilibo a transportadora no atraso, pois tinha o meu telefone e não fez uso dele quando «julgou» que a morada não estava correcta.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Outros Tempos, Outros Padres

Noutros tempos os Homens da batina, interessavam-se mais em ajudar a povoar as Terras por onde andavam, hoje os Euros falam mais alto, e o resultado é a baixa natalidade do Pais, que me recorde só o meu Amigo Ex-Padre Morais contribuiu com a sua parte para a não extinção da espécie, contribuindo com dois rebentos, nada que se compare com este «camarada» que foi Padre em Trancoso, ora leiam!

Sentença proferida em 1587 no processo contra o padre de Trancoso


(Autos arquivados na Torre do Tombo, armário 5, maço 7)

"Padre Francisco da Costa, prior de Trancoso, de idade de sessenta e dois anos, será degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi arguido e que ele mesmo não contrariou, sendo acusado de ter dormido com vinte e nove afilhadas e tendo delas noventa e sete filhas e trinta e sete filhos; de cinco irmãs teve dezoito filhas; de nove comadres trinta e oito filhos e dezoito filhas; de sete amas teve vinte e nove filhos e cinco filhas; de duas escravas teve vinte e um filhos e sete filhas; dormiu com uma tia, chamada Ana da Cunha, de quem teve três filhas.

Total: duzentos e noventa e nove, sendo duzentos e catorze do sexo feminino e oitenta e cinco do sexo masculino, tendo concebido em cinquenta e três mulheres".

Não satisfeito tal apetite, o malfadado prior, dormia ainda com um escravo adolescente de nome Joaquim Bento, que o acusou de abusar em seu vaso nefando noites seguidas quando não lá estavam as mulheres.

Acusam-lhe ainda dois ajudantes de missa, infantes menores que lhe foram obrigados a servir de pecados orais, completos e nefandos, pelos quais se culpam em defeso de seus vasos intocados, apesar da malícia exigente do malfadado prior.

Mas a inteligência de D. João II, mais uma vez ficou provada neste episódio.

Porquê matar um padre (homem) que gosta de mulher?

Há é que tirar partido disso.

E como "colaborador" de povoamento, não deve ter deixado os seus créditos por mãos alheias...

Digamos que foi um grande cristão que não brincava em serviço...

"El-Rei D. João II lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos dezessete dias do mês de Março de 1587, com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta, tão despovoada ao tempo e, em proveito de sua real fazenda, o condena ao degredo em terras de Santa Cruz, para onde segue a viver na vila da Baía de Salvador como colaborador de povoamento português.

El-rei ordena ainda guardar no Real Arquivo esta sentença, devassa e mais papéis que formaram o processo".

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Ó CRISTO, ANDA CÁ ABAIXO VER ISTO!

Quem tem acompanhado mais assiduamente este blog, e o que o antecedeu, percebeu que já tive aqui uns pequenos desencontros, com os Dignitários/As da Igreja da minha Terra, fosse pela não construção do muro de suporte do Adro onde apareceram ossos Humanos, fosse pela pintura da Igreja que não critiquei apenas me admirei com as novas cores, fosse pelo meu receio que as terras caídas pela falta do malfadado muro poderão provocar na minha habitação e nas dos meus Vizinhos, até quando afirmei que a luz da torre sineira estava acesa de dia, enfim sempre que me abalanço a escrever algo que toque na abençoada Igreja, tenho anónimos/as indignados/as a baterem forte e feio cá no Rapaz, tenho respondido a estes/as com a elevação possível, e com a calma que nem sempre  tenho, mas que tenho conseguido manter.

Quando em Abril de 2010 escrevi uma mensagem no blog Fuzo de Água Doce  onde disse que o Padre era um covarde por ter aproveitado uma noticia do Correio da Manhã, oriunda de informação com fotos das ossadas Humanas da autoria de uma minha Familiar, para em plena missa enxovalhar o Sacristão fazendo dele o bode expiatório de um assunto que ele tinha pleno conhecimento, arranjei logo ali sarna para me coçar, não podia tocar mais em assuntos da Igreja pois tinha-o a ele ou os seus «fiéis» á perna isso aconteceu como disse atrás por variadas ocasiões, e não aconteceu mais vezes porque também entendi que quem deve resolver os problemas da Paróquia são os seus Paroquianos, e não pertencendo ao grupo dos que vão á Missa o melhor é deixar o «barco navegar á bolina» e logo ver onde vai parar.

 Este sr. rodeou-se de várias Pessoas, que o apoiaram e lhe disseram amem durante os anos que esteve á frente da Paróquia, acredito piamente que são Pessoas honestas e que lhe terão dado o seu apoio apenas e só pela Fé que as move, não conheço todas, algumas só de passagem, mas sei que são Pessoas Honestas e trabalhadoras, algumas aproveitaram a boleia para acertar algumas «contas com Familiares desavindos», mas daí a acusá-las de conluio vai uma grande distância que não quero nem devo  percorrer, a única coisa que posso dizer é que também terão sido enganadas. Se assim foi como penso, gostava que agora postos perante o que a seguir escreverei, venham aqui ao blog, dizer da sua justiça, mesmo anonimamente como sempre fizeram, quando escrevi noutras ocasiões, assim espero.

Ontem fui até lá com a Patroa, que por motivos da cirurgia a que foi submetida já lá não ia á três meses, e lá permaneci até hoje, como não vou saber as noticias, vêm as noticias até mim, assim aconteceu com as últimas sobre o nosso homem-padre, contaram-me que o cavalheiro se terá apercatado com umas massas valentes, de um Lar da Terceira Idade duma Terra vizinha e terá sido suspenso pelo Patriarcado, são informações que correm na Terra onde aliás já não diz Missa, sobre os dinheiros de cá da Terra ainda está no «segredo dos Deuses» mas virão a saber-se mais tarde, penso eu. Quando me contaram não quis acreditar, então um homem que fala grosso e mal educadamente com os seus Paroquianos também se lhe colam aos dedos o dinheiro alheio? o homem transpira honestidade por todos os poros é lá capaz duma coisa dessas? que sim não há duvidas! agora todos esperamos os próximos capítulos com todo o interesse, por mim, continuo em duvida até ao esclarecimento completo que não deixará de acontecer, não aproveito o facto do «homem estar no  chão para lhe bater».


Entretanto o tal muro ou a falta dele que em tempos classifiquei das lamentações, continua por reconstruir, a Câmara quando foi da saída da noticia do aparecimento das ossadas no Jornal alegou desconhecimento, passados anos já sabe do assunto mas diz que o problema é da Igreja, a Junta em tempos colocou no lugar do muro uma rede plástica das usadas nos tapumes de obras, que entretanto o vento levou, nós pagantes que não temos nada a ver com estas «guerras» estamos á espera do Inverno (que para mal dos nosso pecados este ano não quer nada connosco) venha mandar mais terra, pedras e quiçá alguns esqueletos para a estrada, e para as nossas portas, que Deus nos acuda, que não á padre que nos valha.




sábado, 18 de fevereiro de 2012

A Vedeta da Armada

Como já todos perceberam até pelo titulo do anterior blog, a minha estadia na Armada foi um desastre, não só para mim que amarguei mas também para a Marinha, pois dei cabo da cabeça a um com galões, embora com «armas» desiguais também dei alguma luta, é certo que fiquei a perder no final da refrega, mas como diz o ditado! «quem vai á guerra dá e leva» e  assim chegados a este ponto, lá correram comigo, sem indemnização a receber ou a pagar, portanto com contas saldadas! da minha parte não ficou ressentimento, da parte deles talvez, mas uma coisa é certa ainda hoje passados mais de quarenta e cinco anos e do falhanço que foi a minha permanência lá, continuo a gostar da Marinha, e da Arma a que pertenci, os Fuzileiros.

Assim sendo, quando vou dar umas voltas por Lisboa., quase sempre passo junto á Doca da Marinha, não para matar saudades da Doca propriamente dita, mas da Vedeta (Navio da Marinha utilizado para a travessia do Tejo até ao Alfeite) que foi o primeiro e único Navio onde viajei enquanto estive na Marinha, não se pode dizer que foram grandes viagens  Marítimas, mas para quem como eu, que a maior quantidade de água onde tinha navegado até então era o «famoso» Rio da Várzea, mais propriamente junto aos terrenos do meu Avô, rio este que pouco mais água lá passava que uma descarga de autoclismo, foi portanto uma grande aventura andar na Vedeta, mas para mal dos meus pecados nunca mais vi nenhuma atracada na Doca da Marinha, ora esta semana vinha eu ali no Terreiro do Paço, quando avisto em frente ao Cais das Colunas um Navio que me chamou a atenção, só podia ser a Vedeta, fotografei, com Zoom e sem ele e quando cheguei a casa ampliando as imagens lá estava o nome na Ré, Paiva.

Fui tentar saber na «bendita» Internet se conseguia ter alguma informação do Navio, e lá consegui saber que era de facto uma Vedeta, que tal como as outras três que ainda estão ao Serviço foi construída no Arsenal do Alfeite. Construído em 1975 tem o casco em aço, mede 35,20 metros de comprimento por 7.20 de boca, 1.45 metros de calado, dois motores de seis cilindros, consome 50 l/hora, e tem  capacidade para 439 Passageiros.
A explicação que encontro para nunca ter encontrado nenhuma Vedeta dentro da Doca, talvez se deva ao facto de ao contrário do que acontecia no meu tempo agora ficará atracada do lado de fora da Doca, penso eu, mas não consegui saber se será assim.
Aqui ficam umas fotos dessa minha ultima passagem pela Capital, com a Vedeta a ser «vedeta» desta vez.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Nova Escola Em Vila Verde?

Em especial para os Estados Unidos, e para os Amigos/As que por lá vão dando uma vista de olhos aqui pelo blog, e naturalmente para a Ex-Proprietária do local em apreço, que não tenho a certeza se lerá o blog, mas se não o fizer terá a noticia pelo Irmão, Leitor assíduo, o meu Amigo Vicente, companheiro de caminhadas quando está por cá, aqui vai uma informação, que não tenho a certeza chegará atrasada, mas como não estou em permanência na Terra, só recebo as noticias quando me lá desloco, como que é o caso presente, embora a semana passada já tenha reparado que algo estava a ser feito só agora tive todos os dados para escrever sobre o assunto, tenho a certeza que gostarão de ver o espaço com utilidade, e ainda por cima por uma boa causa, não faço ideia se quando da escritura terá ficado salvaguardado o interesse Publico do local, mas este primeiro passo é positivo.

Trata-se da propriedade que era conhecida como «Cerca» e os terrenos onde estão as ruínas do Palácio que foi mandado construir no século 15 por Gonçalo de Albuquerque, Pai de Afonso de Albuquerque, que foi Vice-Rei da Índia, e que segundo a lenda Camões aí iria namorar a sua amada Natércia  (Catarina de Ataíde).
Esta era desde á muito uma propriedade privada, a sua anterior Proprietária terá vendido a parte dos terrenos á Câmara de Alenquer, e doá-do a restante propriedade onde está o Palácio á mesma Entidade, esta por sua vez já deu uma limpeza na parte edificada,  excepto na zona do Pombal, (que se espera não fique esquecido e se recuperado era ouro sobre azul) e uma vedação com rede de obras ao longo da estrada principal, que pelo que consegui saber será para dar inicio á construção no local do Centro Escolar de Vila Verde, pois como pude ver no site da Câmara, a empreitada já foi entregue ao Empreiteiro, que aliás já tem placa identificativa no local.
Como se trata da construção de uma Escola, merece a pena ler e ouvir o que a Menina Holandesa diz no video  no fim da mensagem, merece a pena, isto sim é gostar da Escola.

Construção do Centro Escolar de Vila Verde dos Francos
Descrição: A concretização deste Projecto permite a suspensão da EB1 de Lapaduços, estabelecimento com menos de 20 alunos, bem como a eliminação do pré-fabricado onde actualmente funciona o jardim-de-infância de Vila Verde dos Francos. O Centro Escolar proposto permite aumentar a capacidade instalada e inclui um conjunto de valências e de espaços de utilização comum.
Regulamento Específico: Requalificação da Rede Escolar do 1º Ciclo do Ensino Básico e Pré-Escolar
Município: Alenquer
Designação do Beneficiário: Município de Alenquer
Investimento Total: 2.608.256,45
Fundo Comunitário Aprovado: 1.008.103,84

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Portugal a saque

Portugal tornou-se num alvo fácil para os gatunos, tanto Nacionais como Internacionais, a cada passo ouvimos queixas de assaltos, cada um mais violento que o anterior, pergunto-me onde andará a Policia, que não consegue prevenir, muito menos remediar, isto é, prender, e quando o faz lá temos os «Meritíssimos» a dar-lhes ordem de soltura, desculpando-se com a Lei. Chegados a este ponto, que nos espera mais? ainda podemos sair á rua? ou ainda será mais seguro andar nesta, que estar em casa? nada escapa aos amigos do alheio, chegaram ao ponto de roubar até os separadores metálicos das estradas com ainda á pouco aconteceu no Alentejo.

Ontem tive conhecimento que junto ao Passeio Marítimo em Oeiras no monumento a que deram o nome de: « A Porta do Mar-Nave Visionista» que está junto ao Forte do Areeiro e antigas instalações da Marinha, tinham roubado as grades que estavam  a cobrir o pequeno lago circundante, fui fazer a minha caminhada por lá, e fui «Observar» o acontecido e de cujo resultado aqui deixo uma amostra em fotos, do antes e depois do roubo.

Só me resta uma dúvida, como é que num local iluminado como se fosse sempre dia, junto á Estrada Marginal por onde circula constantemente trânsito dia e noite, como ninguém se apercebeu do que estava acontecer? será que também nós já vamos ficando tão habituados, que não passamos cartão a estes acontecimentos? limita-mo-nos a proteger a nossa pele, e o resto que se lixe? se assim for estamos pior que eu julgava, se realmente os gatunos são tão astutos que conseguem levar dum local destes uma pilha de grades sem ninguém se aperceber, tiro-lhes o chapéu, só não lhes dou uma medalha porque a crise aperta, e o metal está caro.

Quando estava a escrever estas linhas recebo um E-Mail de um Amigo que refere que o Posto da G.N.R. de Armação de Pêra está a ser «guardado»  por uma empresa de segurança privada, ora aqui está talvez a explicação para a falta de segurança que se assiste por todo o lado, quando uma Força Policial não se consegue guardar a si própria, que podemos nós esperar dela? aqui fica a noticia;