sábado, 19 de novembro de 2011

Temporal em Oeiras

O temporal que ontem á noite se abateu sobre a região de Oeiras e Cascais fez alguns estragos e hoje fui dar uma volta por Oeiras junto ao Jardim Municipal e Passeio Marítimo, para Observar os estragos, e tirei algumas fotos que aqui mostro.

Os maiores prejuízos terão acontecido no Jardim onde existem alguns Cafés, com esplanadas e aquilo parecia que tinha passado por lá um furacão, eram mesas e cadeiras espalhados por uma grande área, sacos de lixo etc.

O Parque Infantil também ficou com o pavimento todo levantado, julgo que já não terá reparação, são placas de corticite, ao que me pareceu coladas, e são para o lixo.

No Passeio Marítimo foi areia que o Mar mandou para o Passeio, e as canas e madeiras que o rio trouxe para  Praia de Santo Amaro, já lá andavam na limpeza quando por lá passei de manhã, se não vier nova borrasca amanhã estará tudo nos trinques novamente.














sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Fobia ou Agorafobia? Tanto Faz

Hoje vou tentar escrever algo sobre esta uma doença  que atinge muita Gente mas que ao contrário de outras não é conhecida da maioria, talvez porque tal como: alcoolismo, epilepsia, esquizofrenia e outras ligadas á mente, (e que a bem da verdade algumas só á muito pouco tempo são consideradas doenças), antes eram consideradas vícios ou manias, algumas até quando atingiam algumas Famílias da classe dominante eram escondidas em Asilos ou Hospitais Psiquiátricos, não fosse o Povo começar a falar, o que não convinha nada para manter o status social e politico, não falo por ouvir falar, vivi de perto com estas situações.

Então aqui vão algumas caracteristicas desta maleita e como lhe passar a perna não deixando que nos agarre, porque se isso acontece é complicado safarmo-nos dela.
Agorafobia é a designação Médica para a fobia aos ajuntamentos de Pessoas, e tudo o que possa impedir a livre circulação do Individuo com este problema, e que na prática o inibe de fazer uma vida normal, o problema não se limita ás multidões, é impedimento para por exemplo, entrar num qualquer estabelecimento com muita Gente, uma fila de carros parados é motivo para  grande aflição, e se for em Auto-Estrada pânico mesmo, pois só de pensar que não pode inverter a marcha é uma tortura.

Uma ida ao cinema, ao futebol, a um Restaurante ou uma Tourada se for um aficionado, a uma Missa se for Religioso, Casamentos ou Baptizados mesmos de Familiares próximos, qualquer espectáculo ao vivo já era, a Pessoa com esta fobia antecipa o que poderia acontecer quando algo o impede da «fuga» previsível quando tiver de dar á sola por fadiga mental ou física, o campo tem que estar sempre livre á sua frente, nada o pode deter quando o sinal de alarme tocar, isto aplica-se no lazer ou no trabalho, onde as reuniões são uma praga, os almoços ou jantares fora de casa são castigos e não momentos de prazer, o trabalho passa a ser o seu único «hobby» e para ser vivido 24 horas por dia, a Família fica em segundo plano, e os Amigos perdem-se, porque não há tempo nem paciência para rotinas, e assim se chega ao inferno.

A cura é nunca se deixar apanhar por esta fobia que vem de mansinho como qualquer carteirista nos transportes, é silenciosa, e cruel, se por acaso já se está apanhado por ela, um esforço para manter os hábitos  anteriores (desde que estes sejam sãos) não ceder á tentação de:  hoje não me apetece conversas, amanhã não porque tenho outro compromisso, as Férias são para passar no mesmo local onde passo o resto do ano, não vou ao Médico porque não tenho paciência para estar na fila duas ou três horas, não vou beber um copo com os Amigos porque há lá um que bebe de mais e fica a noite toda a falar coisas sem sentido, também não vai aos anos dos Filhos ou Netos porque estes já sabem o que a casa gasta e não vão levar a mal, nada disto tem sentido, e tem de ser travado enquanto há tempo.

Tudo o que aqui fica dito é como se compreende na primeira Pessoa, e é dito neste momento por uma razão bem simples, tenho dado alguns passos para combater esta situação que me trama á bastantes anos, diria desde sempre, ao contrário do que afirmam os Médicos  que isto acontece por norma entre os 15 e 18 anos, sempre me lembro de tentar passar despercebido em especial quando havia mais Gente que o habitual, já na Escola sempre que podia dava á sola.
Como dizia escrevo agora sobre este assunto por estar a dar alguns passos no sentido de melhorar a moléstia, mas também para dizer as razões que contribuíram decisivamente (espero não voltar para trás) para esta melhoria: como já afirmei noutra ocasião tenho lugares certos onde faço algumas compras ou simplesmente beber um café, isto por uma razão simples é que frequentando sempre as mesmas casas as Pessoas ficam-me a conhecer e não me fazem esperar, que é outra coisa ainda hoje impossível de acontecer, esperar nunca ( até no Hospital já internado, levantei ferro sem alta, porque já estava farto de esperar pelo Médico).  Há cerca de um ano entrei pela primeira vez levado já não sei por quem a uma café que fica aqui próximo, dessa primeira ida ficou a ideia que a casa era qualificada cá pra o Rapaz, pois as Pessoas presentes falavam com os decibéis correctos, o Homem do balcão pareceu-me bom anfitrião (que mais tarde acabei por confirmar), e dessa primeira vez outras se seguiram, e lá arranjei um grupo de Amigos na reforma como eu, mais um ou outro que trabalhando lá vão nas horas de lazer dar um dedo de conversa, e assim conversando sobre tudo e mais alguma coisa também se falou de nós, e das nossas mazelas, a minha veio á baila, com a admiração que isso normalmente causa a quem nunca ouviu semelhante coisa, e a partir daí foram estes novos Amigos a darem-me grande incentivo para tentar ultrapassar esta barreira, o que até agora tem tido algum êxito. Portanto em vez de procurarem  Psicólogos ou Psiquiatras se tiverem problemas com fobias, arranjem os Amigos certos que a coisa resulta.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Lisboa 16/11

Mais uma caminhada pela Capital, desta vez com uma dupla visita, a habitual ao meu Amigo Amílcar na rua das Portas de Santo Antão, e pela primeira vez ao Amigo Filipe, que acabou de inaugurar a sua casa comercial lá para os lados de Campo de Ourique.
Mas como mandam as boas regras vou começar pelo princípio.


Saí no Cais do Sodré, passei pela Rua do Arsenal, onde fiz a primeira paragem breve, em frente á porta da antiga Casa do Marujo, Oficialmente designada como: «Casa do Militar da Armada», era aqui que eu e os meus Camaradas de Armas pernoitávamos (acompanhados de grande quantidade de percevejos) nas noites em que por alguma razão não conseguíamos atravessar o Tejo, para irmos para as nossas Unidades, Alfeite ou Escola de Fuzileiros (quase sempre os motivos eram a farra e esqueci-amo-nos das horas de partida da nossa Vedeta ou dos Cacilheiros).

Segui pela Rua do Ouro até ao Rossio e daqui ao Café do Amigo Amílcar, subi a Av. da Liberdade, e aqui Observei um Automóvel a ser abastecido por Electricidade, em vez da tradicional gasolina, ou gasóleo (espero que a moda pegue para bem do ambiente e das Finanças do País ) numa transversal á Av, reparei que estava na presença da Sede do Instituto da Vinha e do Vinho, que me parece estar mal localizada, veja lá Sr.ª Ministra da Agricultura (aquela que dispensa de usar gravata os Funcionários) se muda a Sede desta Instituição para um local mais próximo das ditas (vinhas) e dos ditos (vinhos), que por aqui só há quem os aprecie, mas não fazem ideia donde vêm.

De seguida passei próximo do Marquês ( ás vezes fazia um jeitão ainda estar por cá) passei pelas Amoreiras, e aqui Observei mais um disparate, em que somos férteis, aqui há anos ouvi falar que andavam a crer construir um Campo de Golfe em cima dos Depósitos de água potável das Amoreiras, confesso que não acreditei na história por tão disparatada me pareceu, mas hoje confirmei com estes que a terra há-de comer, embora me pareça abandonado, lá está a «arma do crime» na fachada um letreiro a indicar: Clube de Golfe das Amoreiras, lastimável, ainda bem que alguém de bom senso não permitiu mais esta aberração, porque ainda podia acontecer o Lisboeta ao abrir a torneira sair-lhe uma bola de golfe, ou ainda um daqueles pinos que são utilizados na primeira pancada de cada buraco.

E após mais esta breve paragem, lá fui cumprimentar o meu Amigo Filipe e Esposa, á «Maria Empada» que se situa na segunda transversal á direita de quem sai da A5 para as Amoreiras e vira na Ferreira Borges concretamente na Rua Pereira e Sousa, quem passar por ali próximo faça favor de ir lá beber um copo, ou almoçar, que é bem servido, tenho a certeza disso.
Daqui de Campo de Ourique foram mais alguns milhares de passos até á Estação da C.P. de Santos, tendo ainda passado pela Estrela, São Bento, e Av. D- Carlos tendo totalizado 10.300 passos, mais ou menos oito quilómetros.


domingo, 13 de novembro de 2011

Caminhada de hoje

Há dias que ando com a minha Internet coxa, tenho tido dificuldade de escrever no blog ou em fazer comentários nos blogs dos Amigos, já fiz algumas experiências e cheguei á conclusão que é a linha telefónica, como é fim de semana nem vale a pena estar a ligar para a P.T., vou andando mesmo coxeando.

Vou limitar a escrita á minha caminhada de hoje,para ver se sai alguma coisa pois temo que a linha telefónica se vá de vez. Parti junto á antiga Sede dos S.M.A.S e percorri o Jardim Municipal até á Praia de Santo Amaro, aqui caminhei pelo Passeio Marítimo até á Praia de Carcavelos, onde deu para Observar a entrada da Barra com o Mar a fazer-se sentir com alguma força, ainda não será temporal mas se o vento continuar, vão-se agravar as condições marítimas.

No Jardim de Oeiras Observei o mau estado do piso, que aliás já tinha verificado á uns meses quando por lá passei, Sr. Presidente e Srs, Vereadores  o Parque Infantil está cercado de crateras, e como devem calcular torna-se perigoso para as nossas Crianças, apesar da crise vejam lá se arranjam maneira de pelo menos naquele local tapar esses buracos, Crianças Pais e Avós agradecem.

No mesmo local mas por baixo da ponte do Caminho de Ferro as margens do Rio foram engolidas pelas águas e deixaram á mostra um colector de Esgotos que não sei se estará em serviço, pela sua antiguidade é de crer que não, mas em todo o caso era bom ser investigado, embora já tenha encaminhado este assunto para quem de direito aqui ficam as fotos com a descrição do local.



sábado, 12 de novembro de 2011

Alemão e Grego

São um pouco extensas as duas cartas que aqui mostro e que foram publicadas na Revista Alemã Stern, mas merece a pena serem lidas.


Há algum tempo, foi publicada , na revista, Stern uma "carta aberta" de um cidadão alemão, WalterWuelleenweber, dirigida a "caros gregos", com um título e sub-título:

Depois da Alemanha ter tido de salvar os bancos,

agora tem de salvar também a Grécia

Os gregos, que primeiros fizeram alquimias com o euro,

agora, em vez de fazerem economias, fazem greves

Caros gregos,

Desde 1981 pertencemos à mesma família.

Nós, os alemães, contribuímos como ninguém mais para um Fundo comum, com mais de 200 mil milhões de euros, enquanto a Grécia recebeu cerca de 100 mil milhões dessa verba, ou seja a maior parcela per capita de qualquer outro povo da U.E.

Nunca nenhum povo até agora ajudou tanto outro povo e durante tanto tempo.
Vocês são, sinceramente, os amigos mais caros que nós temos.
O caso é que não só se enganam a vocês mesmos, como nos enganam a nós.
No essencial, vocês nunca mostraram ser merecedores do nosso Euro. Desde a sua incorporação como moeda da Grécia, nunca conseguiram, até agora, cumprir os critérios de estabilidade. Dentro da U.E., são o povo que mais gasta em bens de consumo
Vocês descobriram a democracia, por isso devem saber que se governa através da vontade do povo, que é, no fundo, quem tem a responsabilidade. Não digam, por isso, que só os políticos têm a responsabilidade do desastre. Ninguém vos obrigou a durante anos fugir aos impostos, a opor-se a qualquer política coerente para reduzir os gastos públicos e ninguém vos obrigou a eleger os governantes que têm tido e têm.
Os gregos são quem nos mostrou o caminho da Democracia, da Filosofia e dos primeiros conhecimentos da Economia Nacional.
Mas, agora, mostram-nos um caminho errado. E chegaram onde chegaram, não vão mais adiante!!!

Na semana seguinte, Stern publicou uma carta aberta de um grego, dirigida a Wuelleenweber:

Caro Walter,

Chamo-me Georgios Psomás. Sou funcionário público e não "empregado público" como, depreciativamente, como insulto, se referem a nós os meus compatriotas e os teus compatriotas.
O meu salário é de 1.000 euros. Por mês, hem!... não vás pensar que por dia, como te querem fazer crer no teu País. Repara que ganho um número que nem sequer é inferior em 1.000 euros ao teu, que é de vários milhares.
Desde 1981, tens razão, estamos na mesma família. Só que nós vos concedemos, em exclusividade, um montão de privilégios, como serem os principais fornecedores do povo grego de tecnologia, armas, infraestruturas (duas autoestradas e dois aeroportos internacionais), telecomunicações, produtos de consumo, automóveis, etc.. Se me esqueço de alguma coisa, desculpa. Chamo-te a atenção para o facto de sermos, dentro da U.E., os maiores importadores de produtos de consumo que são fabricados nas fábricas alemãs.

A verdade é que não responsabilizamos apenas os nossos políticos pelo desastre da Grécia. Para ele contribuíram muito algumas grandes empresas alemãs, as que pagaram enormes "comissões" aos nossos políticos para terem contratos, para nos venderem de tudo, e uns quantos submarinos fora de uso, que postos no mar, continuam tombados de costas para o ar.

Sei que ainda não dás crédito ao que te escrevo. Tem paciência, espera, lê toda a carta, e se não conseguir convencer-te, autorizo-te a que me expulses da Eurozona, esse lugar de VERDADE, de PROSPERIDADE, da JUSTIÇA e do CORRECTO.
Estimado Walter,
Passou mais de meio século desde que a 2ª Guerra Mundial terminou. QUER DIZER MAIS DE 50 ANOS desde a época em que a Alemanha deveria ter saldado as suas obrigações para com a Grécia.
Estas dívidas, QUE SÓ A ALEMANHA até agora resiste a saldar com a Grécia (Bulgária e Roménia cumpriram, ao pagar as indemnizações estipuladas), e que consistem em:

1. Uma dívida de 80 milhões de marcos alemães por indemnizações, que ficou por pagar da 1ª Guerra Mundial;
2. Dívidas por diferenças de clearing, no período entre-guerras, que ascendem hoje a 593.873.000 dólares EUA.
3. Os empréstimos em obrigações que contraíu o III Reich em nome da Grécia, na ocupação alemã, que ascendem a 3,5 mil milhões de dólares durante todo o período de ocupação.
4. As reparações que deve a Alemanha à Grécia, pelas confiscações, perseguições, execuções e destruições de povoados inteiros, estradas, pontes, linhas férreas, portos, produto do III Reich, e que, segundo o determinado pelos tribunais aliados, ascende a 7,1 mil milhões de dólares, dos quais a Grécia não viu sequer uma nota.
5. As imensuráveis reparações da Alemanha pela morte de 1.125.960 gregos (38,960 executados, 12 mil mortos como dano colateral, 70 mil mortos em combate, 105 mil mortos em campos de concentração na Alemanha, 600 mil mortos de fome, etc., et.).
6. A tremenda e imensurável ofensa moral provocada ao povo grego e aos ideais humanísticos da cultura grega.

Amigo Walter, sei que não te deve agradar nada o que escrevo. Lamento-o.
Mas mais me magoa o que a Alemanha quer fazer comigo e com os meus compatriotas.
Amigo Walter: na Grécia laboram 130 empresas alemãs, entre as quais se incluem todos os colossos da indústria do teu País, as que têm lucros anuais de 6,5 mil milhões de euros. Muito em breve, se as coisas continuarem assim, não poderei comprar mais produtos alemães porque cada vez tenho menos dinheiro. Eu e os meus compatriotas crescemos sempre com privações, vamos aguentar, não tenhas problema. Podemos viver sem BMW, sem Mercedes, sem Opel, sem Skoda. Deixaremos de comprar produtos do Lidl, do Praktiker, da IKEA.
Mas vocês, Walter, como se vão arranjar com os desempregados que esta situação criará, que por ai os vai obrigar a baixar o seu nível de vida, Perder os seus carros de luxo, as suas férias no estrangeiro, as suas excursões sexuais à Tailândia?

Vocês (alemães, suecos, holandeses, e restantes "compatriotas" da Eurozona) pretendem que saíamos da Europa, da Eurozona e não sei mais de onde.
Creio firmemente que devemos fazê-lo, para nos salvarmos de uma União que é um bando de especuladores financeiros, uma equipa em que jogamos se consumirmos os produtos que vocês oferecem: empréstimos, bens industriais, bens de consumo, obras faraónicas, etc.
E, finalmente, Walter, devemos "acertar" um outro ponto importante, já que vocês também disso são devedores da Grécia:
EXIGIMOS QUE NOS DEVOLVAM A CIVILIZAÇÃO QUE NOS ROUBARAM!!!
Queremos de volta à Grécia as imortais obras dos nosos antepassados, que estão guardadas nos museus de Berlim, de Munique, de Paris, de Roma e de Londres.
E EXIJO QUE SEJA AGORA!! Jr ao lado das obras dos meus antepassados.


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Dia do Armistício e de São Martinho

Duas datas se comemoram hoje, o dia do Armistício, e o de São Martinho.
A primeira passava-me despercebida, não fora o alerta do Tintinaine, que no seu blog assinalava a data, já o de São Martinho é difícil passar sem dar por ele, não fosse o dia em que a castanha é rainha e a água-pé a sua dama de honor.
Já provei as duas, a castanha que a minha Maria fez questão de preparar umas quantas para provar a seguir ao almoço, e a água-pé que o meu Padrinho Neto me ofereceu á dias quando estive na Terra.

Mas vamos por partes, aqui em Oeiras a Câmara vem desde á alguns anos oferecendo castanhas assadas no Largo da Igreja, fui até lá para poder contar como foi, passei primeiro junto ao Monumento aos Mortos da 1ª Grande Guerra, e de seguida passei pelo local do «magusto» que aqui deixo em imagens, havia muita castanha a ser assada em grandes assadores, muita Gente em filas á espera da sua vez, da água-pé é que nem sombra, só se estava por lá escondida por causa da chuva, a seguir  alguns dados sobre as duas datas que hoje se comemoram.

Dia do Armistício é o aniversário do fim simbólico da Primeira Guerra Mundial em 11 de Novembro de 1918. A data comemora o Armistício de Compiègne, assinado entre os Aliados e o Império Alemão em Compiègne, na França, pelo fim das hostilidades na Frente Ocidental, o qual teve efeito às 11 horas da manhã — a "undécima hora do undécimo dia do undécimo mês". Apesar de esta data oficial ter marcado o fim da guerra, refletindo no cessar-fogo na Frente Ocidental, as hostilidades continuaram em outras regiões, especialmente por entre o Império Russo e partes do antigo Império Otomano

Reza a História que:
Martinho nasceu no ano de 316, na cidade de Sabaria, Panónia (actual Hungria). O seu pai era soldado do exército romano e deu-lhe uma educação cristã. Aos 15 anos Martinho foi para Itália e alistou-se no exército Romano, tornando-se mais tarde num general rico e poderoso.
Um dia tempestuoso ía Martinho, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão suplicante e gelada.
Martinho não hesitou: parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a espada cortou ao meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo.
E, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade.
Mas, subitamente, a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de Estio inundou a terra de luz e calor.
Diz-se que Deus, para que não se apagasse da memória dos homens o acto de bondade praticado pelo Santo, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio e o céu e a terra sorriem com a benção dum sol quente e miraculoso."